Archive for dezembro \25\UTC 2007|Monthly archive page

Temporada de shows de 2008 ganha mais alguns nomes.

2008 promete ser um ano bem agito para os fãs de rock e pop. Além do Interpol, Eagle Eye Cherry, Rush, My Chemical Romance e Iron Maiden, mais alguns nomes foram confirmados para o calendário nacional do ano que vem. Confira:

Klaxons, Editors e Yo La Tengo no Indie Rock Festival (19/5 no RJ e 20/5 em SP)
Avril Lavigne: 24/8 em SP, 25/8 em Curitiba e 26/8, de novo, em SP.

Ingressos para o Iron Maiden esgotados em SP

Os ingressos para a apresentação do Iron Maiden em São Paulo, de acordo com a Ticketmaster, estão totalmente esgotados. Para o show de Porto Alegre apenas alguns poucos ingressos, mais caros, custando R$ 300, ainda estão à venda.

A empresa disse que não existe entrada disponível para nenhum setor, mas a assessoria do evento não confirmou a informação, foram colocados à venda 35 mil tiquetes.

Para Porto Alegre faltam, de acordo com a produtora gaúcha, apenas 500 ingressos para as cadeiras. Em Curitiba ainda é possível comprar tiquetes para todos os setores.

Serviço – Iron Maiden

São Paulo (02/03)
Parque Antarctica
Pista especial R$ 250, pista R$ 130, arquibancada R$ 100, cadeira descoberta R$ 130, cadeira coberta R$ 160
Ingressos esgotados

Curitiba (04/03)
Pedreira Paulo Leminski
R$ 160
Disk Ingressos: (41) 3315-0808

Porto Alegre (05/03)
Gigantinho
R$ 100 (esgotado) e R$ 300

O menino que queria ser celular é lançado

Livro traz a história de um garoto de sete anos que gostaria de ter mais atenção dos pais, a ponto de sonhar em se tornar um celular

O que levaria uma criança de sete anos desejar ser um celular? Os autores Marcelo Pires e Roberto Lautert explicam o motivo na obra que trata do relacionamento entre pais e filhos. O livro O Menino que Queria ser Celular deixa uma mensagem importante para todos os pais e mães: é preciso participar sempre da vida dos filhos, pois eles são mais importantes do que o trabalho.

Muitas vezes, as pessoas deixam a família de lado e se dedicam integralmente ao dia-a-dia agitado do emprego. O Menino que Queria ser Celular ilustra de uma forma sensível o quanto a ausência de diálogo e proximidade dos pais pode afetar uma criança. A tristeza do protagonista da história chega a tal ponto que ele prefere deixar de lado sua vida para se transformar em um telefone.

A determinação do menino é notável. Ele chega a ligar para o serviço de informações de uma empresa de celular para ver se realizam seu desejo. Sem sucesso, ele busca uma aproximação com os celulares da casa e descobre que pode se comunicar com eles!

O garoto fica espantando quando o telefone de seu pai, o ‘Celular dos Celulares’, fala que já recebeu mais de um milhão de pedidos de crianças que também queriam virar celular. Por isso, eles decidem enviar uma mensagem para todos os pais do mundo: “Hoje, pra variar, ligue-se no seu filho…Desligue o celular”

O menino que queria ser celular
De: Marcelo Pires e Roberto Lautert
64 págs.
Preço: 26,40.
Editora Melhoramentos, 2007.

MOJO Books libera catálogo

Se um disco virasse literatura, que história contaria? Essa é a proposta da MOJO Books, a primeira editora brasileira 100% digital. Toda a semana, a editora lança um livro baseado em um disco recontado por escritores famosos ou não, em formato PDF, totalmente gratuitos. A editora já tinha seis livros esgotados em seu catálogo e agora está relançando todos. Para saber mais, visite www.mojobooks.com.br

Cinema está estagnado no Brasil

é a conclusão dos números de público de 2007 divulgados pelo Sindicato dos Distribuidores

Os números oficiais do mercado de cinema no Brasil foram divulgados hoje pelo Sindicato das Empresas Distribuidoras Cinematográficas do Município do Rio de Janeiro – que mantém o único banco de dados da indústria contínuo desde o ano de 1982. O público em 2007 deve ficar entre 89 milhões e 90 milhões de espectadores. Enquanto em 2006, alcançou 91,2 milhões. O que representa uma queda entre 1,5% e 2,5%. Os dados de 2007 se referem às bilheterias de todos os filmes lançados até o dia 16 de dezembro e a projeção para as duas últimas semanas do ano, levando em conta as estréias agendadas. Os números finais, com os dados de todo o ano, serão divulgados na segunda semana de janeiro.

Do total de espectadores que foram às salas de cinema no Brasil em 2007, 11,3% foram assistir a filmes brasileiros. Enquanto em 2006, o market share dos filmes nacionais ficou em 10,9%. O público desta faixa cresceu irrisórios 1,5% em relação ao ano passado. Foram 9.932.474 espectadores em 2006. Para 2007, o número estimado é de cerca de 10 milhões, graças ao filme “Tropa de Elite”. Lançado no último trimestre do ano, alcançou 2,4 milhões de espectadores. Os filmes estrangeiros se mantiveram no mesmo patamar que vêm ocupando desde 2002 – entre 80 e 85 milhões de espectadores. Com exceção de 2004, em que alcançou cem milhões.

– Essa constante do filme estrangeiro deixa claro que o filme nacional é o caminho para o crescimento do mercado no país – analisa Jorge Peregrino, presidente do Sindicato. – Mas por que ele não cresce? Porque o produto não está respondendo à demanda do mercado. Temos que dar início a uma discussão de fundo estrutural sobre como produzimos nossos filmes e porque eles não atraem o público.

A estagnação do público do cinema no Brasil se dá num ano que começou coberto de expectativas tanto pelos títulos que se esperavam de apelo popular quanto pelo número de cinemas a serem inaugurados. Em 2006, havia 2.220 salas de cinema no país. Devemos terminar 2007 com 151 novas salas. Descontando-se 16 que encerraram suas atividades, o total de salas aumentou para 2.355. O que representa um crescimento de 6%.

– Outro problema estrutural do cinema no Brasil é a questão do número de salas – acredita Peregrino. – Temos que investir na construção de novos cinemas em áreas hoje não atendidas. Os moradores de algumas regiões simplesmente perderam o hábito de consumo de cinema. Para retomar isso, será necessário financiamento público. O número de salas per capta no México é de 25 mil habitantes por sala. E, na Argentina, é de 35 mil habitantes por sala. Enquanto o Brasil tem uma sala para cada 80 mil habitantes.

O preço médio do ingresso subiu abaixo da inflação. Enquanto o IPCA deve fechar em 4,5% para o ano de 2007, o preço médio do ingresso aumentou 3,9% e deve fechar o ano em R$ 7,98.

– A legislação de meia-entrada é o outro problema de fundo que necessita ser enfrentado. O ingresso cheio fica, necessariamente, muito alto, pela obrigação de compensar a existência da meia que é ofertada de uma forma descontrolada – diz Peregrino. – Alguns cinemas chegam a ter a ocupação de 70% de meia. O que inviabiliza a redução dos preços, afasta o público que não paga meia e inibe o investimento para construção de salas fora dos grandes centros. É um preço que toda a indústria do entretenimento paga para que alguns possam usufruir de um desconto restritivo. Aliás, o Brasil é o único grande mercado cinematográfico no qual existe tal legislação. Como diria o mestre Mário Henrique Simonsen, “se é jaboticaba e se só existe no Brasil, deve estar errado”.

A situação de estagnação do mercado brasileiro é uma exceção na América Latina, como diz Peregrino:

– Todos os mercados do continente cresceram em 2007, com os mesmo filmes em lançamento nas mesmas datas. As exceções são o Brasil – em virtude dos fatores acima – e a Argentina. Lá, a inflação oficial, represada, é de 10%. Enquanto a inflação real deve chegar a mais de 20%. O poder de compra, através dos salários, é reajustado pela inflação oficial, mas todos os outros custos seguem a inflação real, o que obrigou a exibição naquele país a reajustar o preço do ingresso em mais de 20% no decorrer de 2007.

Livros mais vendidos em dezembro

Livros de ficção

1 – O caçador de pipas, Khaled Hosseini (Nova Fronteira)
2 – A menina que roubava livros, Markus Zusak (Intrínseca)
3 – A cidade do sol, Khaled Hosseini (Nova Fronteira)
4 – Vale tudo: O som e a fúria de Tim Maia, Nelson Motta (Objetiva)
5 – Marley e eu: A vida e o amor ao lado do pior cão do mundo, John Grogan (Ediouro)
6 – A sombra do vento, Carlos Ruiz Zafon (Objetiva)
7 – A conspiração franciscana, John Sack (Sextante)
8 – Transformando suor em ouro, Bernardinho (GMT)
9 – Lula e minha anta, Diogo Mainardi (RCB)
10 – Código da vida, Saulo Ramos (Planeta)
11 – Elita da tropa, Luis Eduardo Soares (Objetiva)
12 – O guardião de memórias, Kim Edwards (Sextante)
13 – O futuro da humanidade: A saga de um pensador, Augusto Cury (Sextante)
14 – Quando Nietzsche chorou, Irvin D. Yalom (Ediouro)
15 – Eu sei que vou te amar, Arnaldo Jabor (Objetiva)
16 – Fortaleza digital, Dan Brown (Sextante)
17 – Einstein, sua vida, seu universo, Walter Isaacson (Cia das Letras)
18 – Era no tempo do rei, Ruy Castro (Objetiva)
19 – Los Angeles, Marian Keys (Itapetininga)
20 – Anjos e demônios, Dan Brown (Sextante)

Fonte: livraria Siciliano

John Wayne em livro

O maior caubói do cinema ganha um tributo em livro. Escrito por Primaggio Mantovi, o livro O centenário de John Wayne traz mais de trezentas imagens, uma caderno especial colorido, fotos de filmes importantes do astro, além de uma análise de sua carreira.

Lançado pela Mythos Editora, o livro é uma boa maneira de descobrir um pouco mais sobre o lendário astro norte-americano.

Galeria norte-americana faz festa em SP

Para encerrar o ano do Galleria, a Carmichael Gallery de Los Angeles, em parceria com a galeria nacional, apresenta Os Brasileiros, exposição com grafiteiros brasileiros pintando painéis ao vivo.

Os grafiteiros que vão se apresentar são Akeni, Alexandre Anjo, Alexandre Yassu, Andre Firmiano, Binho Barreto, Binho Ribeiro, Bruno Kurru, Ciro Schu, Dalata, Daniel Bileu, Dask Two, DOC, Does, Flavio Morais, Flavio Samelo, Flip, Graphis, Hyper, Jana Joana, Jey, Kaleb, Mateus Bailon, Milo, Pankill, Pato, Paulo Ito, Petite Poupee7, Prila, Rodrigo Villas, Sesper, Suzue, Tatiana Guid, Thais Beltrame, Thiago Syen, Tiago Fazito, Tikka, Vitché, Yá!, Zeila Trevisan.

Além da exposição, o Galleria apresenta seu cardápio orgânico e vegetariano de pizzas, vinhos, cervejas e sucos.

Os Brasileiros
22 de dezembro de 2008 às 21 horas
Entrada Grátis
Galleria Pizzeria – Rua Capital Federal, 440 – SP
(11) 2158 0348
Capacidade: 200 pessoas

Balada das 2 mocinhas de Botafogo leva primeiro lugar no AXN Film Festival

Curta foi assistido por mais de onze milhões de espectadores

O curta de ficção Balada das 2 mocinhas de Botafogo, produção da Mixer com direção de João Caetano Feyer e Fernando Valle, é o vencedor da segunda edição do prêmio AXN Film Festival 2007 – promovido pelo canal a cabo AXN. O filme estava competindo com outros nove finalistas de países como Argentina, Colômbia, Chile, Costa Rica e México. Destinada à exibição dos melhores curtas-metragens recentes de toda a América Latina, o festival contou com um júri formado por personalidades reconhecidas do cinema e do audiovisual, como Juan José Campanella, Fernando Gaitán, Antonio Cuadri, Fito Páez, Gabriel Ripstein, Leonardo Padrón, Bruno Barreto, Ricardo Elías e Christopher Zalla. No dia em que foi exibido, o curta foi assistido por mais de 11 milhões de pessoas em toda a América Latina.

Baseado no poema de Vinícius de Moraes, escrito na década de 50, Balada das 2 mocinhas de Botafogo marca a estréia do jovem diretor e sócio da Mixer, João Caetano Feyer, na dramaturgia. Com 13 minutos de duração, o filme narra a história de duas irmãs que buscam no sexo e na noite carioca uma resposta para escapar do vazio de suas vidas. No elenco: Alexandre Borges, Fernanda Boechat, Guta Stresser e Malu Valle.

Trajetória de Balada das 2 mocinhas de Botafogo

Em 2007, o curta ganhou prêmio de melhor fotografia no 11º Festival de Cinema Brasileiro em Miami.  Recebeu ainda cinco prêmios no Primeiro Plano 2007 – Festival de Cinema de Juiz de Fora, realizado em novembro último.  Em 2006, pela escolha do público, foi o melhor filme no Festival Internacional de São Paulo. No mesmo ano, também conquistou o prêmio Unibanco e a 6º edição do Festival de Goiânia, além de levar o prêmio da crítica no Festival Cine e Vídeo, de Vitória e participar da seleção de diversos festivais nacionais, como o Festival do Rio, e de internacionais.

Artistas e arquitetos homenageiam Niemeyer no Memorial

Oscar Niemeyer completa cem anos neste sábado. O Memorial, uma de suas criações, não poderia ficar de fora da comemoração. Para isso, convidamos um grupo de artistas de várias gerações para fazerem uma intervenção em homenagem ao mestre na Galeria Marta Traba.

Os artistas intervirão, portando, em uma obra de Niemeyer. Alguns deles como Maria Bonomi , Ruy Ohtake, Erik Thurm, Luiz Claudio Lacerda, Marco do Valle, Paulo Climachauska, Alex Cerveny, Anderson Rei e Ângela Barbour estarão disponíveis para entrevistas na galeria nesta sexta, às 14h.

Serviço:
Exposição – Niemeyer 100 anos, um olhar sobre oartista
Abertura para imprensa e convidados: 14 dedezembro, às 19h.
Abertura ao público: 15 de dezembro de 2007.
Período da mostra: de 15/12/2007 a 13/01/2008 (deterça a domingo, das 9h às 18h)
Local: Galeria Marta Traba.
Memorial da América Latina
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda
Entrada franca.
Telefone: (11) 3823-4600