Archive for julho \30\UTC 2008|Monthly archive page

Descondicionamento do olhar em Curitiba

Ministrado por Cláudio Feijó, pedagogo, psicólogo e fotógrafo, esse workshop foi desenvolvido a partir de experiências com o ensino de fotografia na Escola Imagem-Ação, em São Paulo, ao longo de anos. Saber o que se quer, olhar sem a contaminação dos modelos existentes, buscar dentro d’alma um olhar mais significativo e tocante, são questões essenciais do Descondicionamento do Olhar.

Público alvo:
Estudantes ou profissionais das áreas de fotografia, cinema, artes plásticas, arquitetura, design, publicidade e todas as pessoas que utilizam o Olhar como ferramenta de trabalho.

Objetivo:
Proporcionar o encontro com a sua própria pessoa e suas possibilidades de experimentar a sensação de alegria/prazer ao se perceber um ser crítico e transformador em seu universo pessoal e social.

Programa:
Exercícios, dinâmicas e vivências (como jogos, rodas, role playings, trocas, dramatizações e técnicas de sensibilização), para resgatar o contato direto com as sensações e emoções, recuperando nossos sentimentos suprimidos e reavendo a nossa humanidade perdida.

Os exercícios trabalharão, como estrutura básica do workshop, os seguintes itens:
Os canais de percepção, a transformação da expressão nas diferentes linguagens, a formação de conceitos, o pré-conceito e a intuição, a conceituação e a percepção, os estados emocionais e as distâncias, a leitura de símbolos e signos, a leitura não verbal, o ritmo e o tempo psicológico, a síntese, a ocupação do espaço, a composição e o equilíbrio etc.

Data: dias 15 e 16 de agosto
Horário: sexta das 19h às 22:30 e sábado das 9h às 18h
Investimento: R$ 300,00
Forma de pagamento: 50% na inscrição e 50% no dia do curso
Local: Estúdio Fotográfico Rodolpho Pajuaba
Rua Maestro Herrmann, 355 – Pilarzinho
Curitiba – Paraná
Fone (41) 3338 5968

Jazz it up! no Studio SP

Projeto mensal traz de volta as jams de jazz com participação de mc’s e dj’s. Segunda edição, dia 05 de agosto, reúne o trio Improvisado, Kamau, DJ Marco e set especial de M.Takara

Tendo o jazz como plataforma e ponto de partida, o novo projeto Jazz It Up! passa a promover mensalmente no palco do Studio SP uma conversa sonora entre artistas de escolas e estilos diferentes, mas com algum tipo de conexão com a temática e a história do jazz. A cada edição, a noite apresenta uma banda-base formada por jazzistas, que recebem convidados para jams sessions plurais e dinâmicas, reunindo mc’s, cantoras, tecladistas, percussionistas, dj’s.

Na segunda edição, o trio Improvisado formado por Marcelo Cabral (baixo), Pedro Ito (bateria) e Marcelo Castilha (piano) apresenta um show que mistura músicas de seu repertório e arranjos instrumentais de canções brasileiras, além de temas consagrados do jazz de vanguarda. A apresentação da banda e seus convidados será dividida em blocos com intervalos pontuados pela discotecagem de dj Mako, do cenário hip-hop paulistano, além de um set especial de M.Takara, músico que integra as bandas Hurtmold e SP Underground.

Tanto na discotecagem quanto na apresentação da banda a fusão de diferentes estilos é fator constante, já que o próprio jazz ao longo do tempo se tornou uma das maiores referências de pesquisa e estudo para o desenvolvimento de outros estilos, como o rap. Na segunda edição, que acontece na terça 05 de agosto, a participação especial da noite fica por conta do dj Marco, residente da festa Sintonia ao lado de KL Jay e membro do projeto Central Acústica, que acontece mensalmente em São Paulo.

Completando a noite, o mc paulistano Kamau retorna ao palco do projeto, destilando com habilidade seus sons consagrados e novas sonoridades, sobre bases apoiadas no jazz. Além da variada cartela musical, a Jazz It Up! traz também projeções de filmes, curtas e documentários sobre música e arte. As imagens ficam por conta de Pedro Gomes, idealizador do documentário nacional “Freestyle”, e de Lucas Cabu.

Apresentação: Improvisado Trio com Marcelo Cabral (Baixo acústico), Pedro Ito (Bateria) e Marcelo Castilha (Piano)
Convidados:
DJ Marco (Sintonia/ Central Acústica) e MC Kamau (Simples/ Instituto)
Discotecagem: DJ Mako e set especial de M.Takara (Hurtmold/ SP Underground)
Projeções: Pedro Gomes e Lucas Cabu

JAZZ IT UP!  NO STUDIO SP
05/08 (TERÇA-FEIRA), às 23h.
R$ 20 e R$ 10 com nome na lista (studiosp@studiosp.org )
Rua Augusta, 591 – Centro
Tel.: 11 3129 7040|
Estacionamentos conveniados R$ 10
http://www.studiosp.org

Aurélia Thiérrée, neta de Chaplin, em SP

Aurélia Thiérrée, neta de Charlie Chaplin, volta a São Paulo com o espetáculo L’ORATORIO D’AURÉLIA para uma curta temporada, com produção e realização do Jogando no Quintal e Luni Produções. É a última oportunidade para os paulistanos se encantarem com essa montagem sofisticada e emocionante.

Poético e delicado, “O Oratório de Aurélia” apresenta um mundo às avessas, em que objetos têm vida própria. O rato come o gato, as flores na jarra ficam de cabeça para baixo, a protagonista transforma-se em areia numa ampulheta gigante e veste-se diretamente no gaveteiro, com mãos, braços, pernas e pés “desmontáveis”. Forma-se um universo surreal em que a cena se revolta, e as cortinas de veludo vermelho mexem-se imprevisivelmente. É uma apresentação irônica e divertida que faz sonhar espectadores de todas as idades. A platéia retorna ao mundo perdido da fantasia, no qual não há limites para a imaginação.

A cenografia e a música contribuem com essa atmosfera envolvente. A extraordinária combinação de efeitos visuais, eufórica imaginação, refinadas marionetes, dança e magia circenses resulta num delicioso espetáculo.

Após as apresentações em São Paulo, a companhia segue para se apresentar em Salvador e Curitiba, encerrando a turnê que integra o Módulo Circulação do Festival de Circo do Brasil. A turnê nacional já passou por Londrina, Santos, São Paulo, Brasília, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São José do Rio Preto, com  espetáculos sempre ovacionados pelo público.

História

L’Oratorio d’Aurélia foi concebido em 2003 por Victoria Thiérrée Chaplin e Aurélia Thiérrée, mãe e filha. Com este trabalho, elas mostram que não precisam recorrer ao sobrenome famoso, herdado do pai de Victoria, Charlie Chaplin, para conquistar o merecido reconhecimento. Sobre isso, Aurélia afirma: “É realmente mágico ser neta de Charlie Chaplin, mas é também abstrato. Eu tinha quatro anos quando ele morreu. Não tenho muitas lembranças. É por respeito que não falamos dele: nossos espetáculos são muito diferentes do que ele fazia. Eu me sentiria mal se usasse seu nome para atrair as pessoas. Ser neta de Carlitos é um belo presente da vida. Eu me contento com isso”.

Os Thiérrée-Chaplin são conhecidos na França como “la famille des enchanteurs” (“a família dos encantadores”, ou mágicos, feiticeiros). Victoria Chaplin, responsável por direção e design do espetáculo, criou com o marido, o ator e diretor Jean-Baptiste Thiérrée, uma relação mais pessoal com o mundo do circo: a partir do trabalho dos dois nasceu o movimento chamado “novo circo”. O “Cirque Imaginaire” (Circo Imaginário) resultou dessa proposta – os dois sozinhos em cena, acompanhados dos dois filhos, Aurélia e James. Eles viajaram o mundo com o “Cirque Imaginaire” e com o “Cirque Invisible” (Circo Invisível).

Nas peças dos pais, Aurélia Thiérrée deu os primeiros passos, familiarizando-se com os palcos desde a infância. Naqueles anos, aprendeu a combinar disciplina e sensibilidade ao mundo mágico da fantasia. Trabalhou com inúmeros produtores, entre eles Milos Forman, Coline Sereau e Jacques Barratier. Durante muitos anos ficou em turnê com o grupo londrino The Tiger Lillies. Ela trabalhou também para o Music Hall e o “Cabaret”, em Berlim.

Serviço
L’Oratorio D’Aurelia
Criação: Victoria Thiérrée Chaplin e Aurélia Thiérrée
Direção: Victoria Thiérrée Chaplin
Com: Aurélia Thiérrée
Data:  23, 24 e 25 de julho
Horário: 21h
Ingressos: R$ 80,00 (poltrona) e R$ 60,00 (cadeira e mezanino)
Recomendação: Livre
Duração: 75 minutos
Local: Teatro do Colégio Santa Cruz
Rua Orobó, 277 – Alto de Pinheiros – SP
Tel: 3024..5191
Capacidade: 463 lugares
Bilheteria – De terça a domingo das 13 às 18 horas
Central de Vendas: Ingresso Rápido 4003-1212
(aceita-se cartão de crédito e cartão de débito)
Estacionamento com manobrista a R$ 10,00.
Acesso para deficientes físicos. Ar condicionado.

Galeria Olido & Pindorama Circus contam história do circo: “Largo do Paissandu, onde o circo se encontra”

Durante a década de 1920, o também chamado “Largo do Circo” era o picadeiro de onde o palhaço Piolin fazia piadas sobre a rotina na cidade e revelava aos espectadores menos favorecidos a opressão a que estavam submetidos. Em 1975, a antiga travessia do Paissandu foi transformada em Rua Abelardo Pinto, em homenagem ao maior palhaço brasileiro, em cujo aniversário, 27 de março, comemora-se atualmente o Dia Nacional do Circo. A mostra vem para esquentar os ânimos dos entusiastas do circo, enquanto esperaram o Centro de Memória do Circo, a ser inaugurado em breve na mesma galeria.
Composta por uma média de 120 imagens, entre peças gráficas e fotografias, a exposição está dividida em diversos núcleos, abrangendo Piolin, considerado pelos modernistas a maior ator cômico do país; o faquir Silki, os bastidores do circo e até mesmo as primeiras trupes de famílias japonesas a aportar por aqui. As fotos de Djalma Batista, Luis Alfredo, Max Rosenfeld e Peter Scheier e outros fotógrafos desconhecidos, foram reunidas pela ex-equilibrista Verônica Tamaoki, curadora da exposição. Saiba mais sobre a pesquisa: Pindorama Circus. Além das imagens, a exposição traz ainda uma maquete de circo feita pelo próprio Mestre Maranhão. Também acontecem todos os dias exibições do vídeo Largo do Paissandu: onde o circo se encontra, com direção do ator Marcelo Drummond, cada dia apresenta depoimentos de artistas e pesquisadores do circo (programação abaixo).

Memória do Riso

A trajetória do circo no Largo do Paissandu remonta às últimas décadas do século XIX, com os chamados “circos de cavalinho”, que tinham esses animais como atração principal. O século XX, por sua vez, ficou marcado pelo “café dos artistas”, encontro dos artistas circenses às segundas-feiras, folga de classe, em um café que até então funcionara no antigo Largo do Rosário, atual praça Antônio Prado, e que passou a ser realizado ao lado da Galeria Olido. As temporadas dos Circos Irmãos Queirolo e Alcebíades, nas quais reinou o palhaço Piolin, marcaram o auge do circo no Paissandu, na década de 20. Em seguida veio a crise, quando as lonas passaram a disputar com a construção civil os terrenos do centro da cidade.

Quando, em 1986, Verônica Tamaoki começou a investigar as trilhas percorridas pelo circo nacional, seus motivos eram estritamente pessoais. De jornalista que acabou adotando a carreira de saltimbanco, ela passou a dona de escola de circo – a Picolino, que até hoje funciona em Salvador – e então a pesquisadora e escritora de livros sobre o tema. Em 2000 ela publicou o romance “O Fantasma do Circo” e em 2004 saiu o aclamado “Circo Nerino”, que teve como co-autor Roger Avanzi, o palhaço Picolino, filho do fundador daquele que foi, ao lado do Garcia, o maior circo do Brasil. O sucesso deste último rendeu a ambos uma indicação ao Prêmio Jabuti na categoria de reportagem-biografia em 2005. Foram nove anos de pesquisa durante os quais Verônica contou com a ajuda de muitas gerações circenses. “Recebi o acervo do Circo Garcia para fazer o mesmo, foi aí que surgiu a documentação para o Centro da Memória do Circo”, conta Verônica.

Centro de Memória do Circo

Revistas, microfilmes, cartas, livros e fantasias são algumas das relíquias que poderão ser encontradas no Centro de Memória do Circo, na Galeria Olido. A aquisição dos três maiores acervos da mostra – Circo Garcia, Nerino e acervo pessoal da Verônica – está em andamento e prevê o investimento de cerca de R$ 100 mil pela Prefeitura. Também integrará a exposição permanente o patrimônio levantado no Paissandu pela pesquisadora, além de doações de famílias circenses.

Exposição: Largo do Paissandu, onde o circo se encontra.
Até 27 de Julho – Entrada Franca
Local: Galeria Olido (Mezanino) – Avenida São João, 473 – Centro – Tel.: 33318399 / 3334 0001.
(Metrô República / Metrô São Bento)
Segunda-feira das 12h às 19h; Terça-feira a Sábado das 12h às 21h30; Domingo das 12h às 19h30
Realização: Prefeitura do Município de São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura, Departamento de Expansão Cultural & Pindorama Circus.
Apoio: Centro Cultural São Paulo / GAPP Design, Folhapress, MIS – Museu da Imagem e do Som, Arquivo histórico Judaico Brasileiro e O Autor na Praça.
Vídeo Documentário – Memória Oral do Circo
Largo do Paissandu, onde o circo se encontra
Autoria de Gabriel Fernandes, Marcelo Drummond, Otávio Ortega e Verônica Tamaoki

Galeria Olido – sobreloja
01 a 27.07.2008
3ª feira – 19h00
Roger Avanzi – palhaço Picolino
Antonio de Souza Neto – Toninho da Galeria do Rock

4ª feira – 19h00
Ermínia Silva – Historiadora
Maria de Lourdes dos Reis – Lana, ex lutadora e empresária circense

5ª feira – 19h00
José Wilsom Moura Leite – fundador Escola Picadeiro
Mário Fernando Bolognesi – historiador

6ª feira – 19h00
Hugo Possolo – Parlapatões, Patifes e Paspalhões
Eduardo Bravo – palhaço Cigarrito

Sábado – 19h00
Ayelson Garcia – neto de Piolin
José Araújo de Oliveira – Maranhão
Eugenio Ledesma Ortiga – Yorga

Domingo – 19h00
José Américo – o Joy, ex-paradista e acrobata
Franco Alves Monteiro – palhaço Xuxu

2ª feira – 15h00
Depoimentos diversos – ao gosto do público

Líder do Bright Eyes toca em SP e POA

Conor Oberst, jovem talento de Nebraska (USA) e ícone da cena independente norte-americana com seu grupo Bright Eyes, visita o Brasil pela primeira vez em São Paulo e Porto Alegre, inaugurando o projeto Folk-se em São Paulo no Studio SP. Em parceria com o produtor e diretor artístico Marcos Boffa, o Studio SP abre  espaço em sua programação para a realização de temporadas de shows com cantores e compositores do indie/folk americano.  Nesta primeira temporada de 2008, o projeto Folk-se já tem agendado shows, com as presenças confirmadas de Bill Callahan (Smog) em Setembro e Will Oldhan (Bonnie “Prince” Billy) no final de Novembro.
No show que apresenta em São Paulo, nos dias 16 e 17 de julho, e em Porto Alegre, no dia 20 de julho, Conor vem acompanhado da The Mystic Valley  Band, com quem gravou seu primeiro disco solo após 13 anos de carreira  musical. O álbum, que teve sessões de gravação na cidade mística de  Tepoztlán, no México, será lançado em agosto pela Merge Records. Após o lançamento,  Conor mostra este mesmo show, que o público paulistano verá em primeira mão, nos festivais de Leeds e Reading, na Inglaterra e Austin Limits, nos Estados Unidos. O restante deste show, ao  sul do Equador traz também músicas de sua principal banda, o Bright Eyes.

SÃO PAULO:
Datas: 16 e  17 de julho (quarta e quinta feira)
Horário: Abertura da casa – 19h
Shows: Conor Oberst e banda (22h) / Abertura: Stephanie Toth (21h)
Local: Studio SP – Rua Augusta,591  Centro
Ingressos: Venda antecipada $ 25,OO na bilheteria do Studio SP (de seg a sex das 9h
as 17h e das 21h até fechamento da casa).

PORTO ALEGRE:
Data: 20 de julho (domingo)
Horário: 19h
Show: Conor Oberst e banda
Local: Santander Cultural – Rua 07 de Setembro, 1028
Ingressos: R$ 10,00

“Encantada” chega às lojas em Disney DVD no mês de julho

Para impulsionar o lançamento, Dr. Flávio Gikovate fará uma palestra na Livraria Saraiva do Shopping Pátio Paulista.

Após o sucesso de “Encantada” nas telas brasileiras, que atraiu um público de cerca de 1,2 milhão de pessoas, a Disney lança o filme em DVD no varejo. O título chegará às lojas em embalagem 3D – dependendo do ponto de vista, é possível ver os personagens animados ou em carne e osso por R$39,90. Outra opção, disponível na Americanas.com, Armarinhos Fernando, Fnac, Saraiva e Livraria Curitiba, trará uma embalagem especial com DVD (sem a luva em 3D) e camiseta (rosa, com uma maçã de strass), ao preço de R$ 54,90. Para impulsionar o lançamento, está programada uma palestra gratuita sobre a relação entre príncipes e princesas dos dias de hoje, com o Dr. Flávio Gikovate, na livraria Saraiva do shopping Pátio Paulista no dia 12 de julho às 17h00. Gikovate é psicólogo, psicoterapeuta e escritor brasileiro, que recentemente lançou o livro “Uma História do Amor… com Final Feliz”, no qual expõe uma série de quebras de paradigmas, também demonstrados no filme. Em Encantada, a princesa Giselle (Amy Adams) é expulsa do reino de Andalasia pela Bruxa Malvada (Susan Sarandon), indo parar no coração de Manhattan. Seu Príncipe Encantado (James Marsden) sai à sua procura, mas a jovem acaba se apaixonando por um advogado desacreditado no amor (Patrick Dempsey). Os extras do DVD incluem o especial “A Fantasia Ganha Vida”, com os bastidores das seqüências “Happy Working”, que envolve ratos e pombas treinadas e grandes efeitos visuais. Todos os detalhes da coreografia no Central Park podem ser vistos em “Isto é Como Você sabe” e, em “Uma Explosão no Baile”, o diretor Kevin Lima revela quais elementos dos clássicos de animação da Disney estão presentes na cena, além de contar as dificuldades dos atores e equipe. Em Cenas Excluídas, Lima comenta os momentos que foram cortados do filme. Como sempre, também fazem parte dos extras os Erros de Gravação. Há ainda uma surpresa, com uma história dedicada especialmente ao esquilo Pip, chamada “A emergência de Pip: Uma aventura em Pop-Up”.

EVENTOS PROGRAMADOS:
6/7, DOMINGO, das 16h às 17h
Leitura de histórias do Filme Encantada
Idade indicada: livre
Local: Livraria da Vila – Al. Lorena, 1731 – Jardins | Telefone: 3062-1063

12/7, SÁBADO, das 16h às 17h
Leitura de histórias do Filme Encantada
Idade indicada: livre
Local:  Livraria da Vila – Rua Dr. Mário Ferraz, 414 – Itaim | Telefone: 3073-0513

12/7, SÁBADO, ÀS 16h
Palestra com o Dr. Flávio Gikovate
Tema: A Relação entre Príncipes e Princesas dos dias de hoje.
Local: Livraria Saraiva do shopping Pátio Paulista- Rua 13 de Maio, 1947 – Bela Vista 

20/7, DOMINGO, das 16h às 17h
Leitura de histórias do Filme Encantada
Idade indicada: livre
Local: Livraria da Vila – Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena  | Telefone: 3814-5811

Paranormal, nova série de realidade do A&E, investiga fenômenos sobrenaturais

Estudantes da Universidade da Pensilvânia são os protagonistas da série de realidade Paranormal (Paranormal State, 2007), série exclusiva que estréia no A&E no dia 8/7, terça-feira, às 20h. Eles, no entanto, não são alunos comuns.

Liderados pelo estudante de economia Ryan Buell, diretor e fundador de uma sociedade que investiga fenômenos paranormais chamada PRS (Paranormal Research Society), viajam para resolver fenômenos, que incluem até os temidos poltergeists.

Grande sucesso na TV norte-americana, a atração estréia no Brasil com episódio duplo. Em O Homem Sombrio, Buell e sua equipe são chamados para ajudar uma família que vive em uma fazenda isolada no interior do país. Lá, uma mãe desesperada e seu filho passam por problemas com uma espécie de entidade espiritual misteriosa.

Já em O Cemitério, a PRS precisa descobrir o que há por trás de estranhos acontecimentos em um desses locais, sempre temidos pelos mais supersticiosos. Por meio de suas técnicas, os estudantes tentam desvendar o que é um fenômeno paranormal – e o que é meramente fruto da imaginação.

A&E Séries: Paranormal
Estréia dia 8/7, terça-feira, às 20h

Nerdquest – Os dilemas dos jovens do século XXI

Disponível nas melhores livrarias do país, pela Editora 7Letras, Nerdquest: o ponto de encontro dos jovens do século XXI. Primeiro livro de Pedro Vieira, a obra é diversão garantida e ao mesmo tempo parada obrigatória para reflexão de quem quer mergulhar no universo de uma turma carregada de contradições, dilemas, genialidade e bom humor de uma geração bem nascida e criada em plena era digital. Com um texto leve e saboroso Pedro convida a sentar na carona do carro de Lucas para discutir seu futuro e ainda deixa o convite aberto para bate-papos sobre super-heróis e algumas cervejadas com seus amigos, que entre uma conversa séria sobre o que fazer quando a faculdade acabar e as novas estratégias para os jogos de RPG, não deixam de sentir a mesma expectativa alucinante quanto a estréia de O Senhor dos Anéis se aproxima.

Formado pela Escola de Belas Artes e estudante de Letras, Pedro transporta para sua estréia literária todas as suas paixões… Irrecuperavelmente viciado em jogo de RPG, histórias em quadrinhos e ficção científica, desde os 12 anos, o autor – de 29 anos – apresenta em Nerdquest uma história recheada de emoções juvenis e toda ação que a vida de uma turma de jovens do século XXI (que pode ser encontrada em qualquer esquina de qualquer grande metrópole) tem o direito de ter.

Com referências pops e elementos retirados – sem pedir licença- do dia-a-dia de nerds encarnados, fãs de músicas alternativas e consumidores da cultura pop “descartável” – os verdadeiros protagonistas de sua história – , Pedro apresenta um retrato bem particular de uma geração nascida numa era digital e os típicos dilemas dessa moçada que, também, rói as unhas por conta das perspectivas quanto ao futuro, das prioridades e dos anseios de quem se encontra entre o desafio de amadurecer enquanto lida com os amigos, os amores da vida real e os destinos de seus personagens na próxima partida de RPG.

Pedro Vieira – Pedro Vieira nasceu no Rio de Janeiro, em 1979. É tradutor de inglês e espanhol, com interesse especial em literatura. Desde os 12 anos é irrecuperavelmente viciado em jogo de RPG, histórias em quadrinhos e ficção científica. Sempre que as conjunções dos astros permitem, escreve o blog <http://e-lric.blogspot.com>.

“Segundo eles mesmos comentavam, o Alemão havia se desligado da galera quando escolhera vender a alma ao Diabo. Não, ninguém estava se referindo a algum live action doentio de Vampiro: o Alemão era guitarrista e tocava em uma popular banda de rock adolescente, chamada FunFarra. Claro, havia uma razoável dose de inveja

não-declarada envolvida, já que não fazia tanto tempo que Jorge, Marcos, Lucas e o Alemão estavam comprando seus instrumentos e começando a ter aulas, com intuito de salvar o rock’n’roll (ninguém sabia exatamente do quê, mas ele precisava urgentemente ser salvo). A banda deles teve uma vida útil extremamente curta. Era um projeto experimental, com influências de Flaming Lips, Frank Zappa, Mutantes e Radiohead. Tipo assim, um potencial number one hit nas paradas do mundo bizarro.”

Poeta inglês navega por contos e lendas amazônicas

Não apenas a fauna e a flora da floresta Amazônica, mas também a sua cultura desperta a atenção de pessoas em todos os lugares do planeta. Gente como o premiado poeta inglês Sean Taylor, que reconta contos e lendas, assim como sua viagem pela bacia amazônica, em Cobra-Grande, histórias da Amazônia, lançamento infanto-juvenil de Edições SM.

Taylor viajou pelas águas do Rio Amazonas escutando “causos” de contadores locais e anônimos e do poeta Thiago de Mello. E, como em um diário, insere suas impressões sobre tudo que vê e escuta, dando um toque muito pessoal à sua viagem de Abaetetuba a Manaus, passando por muito da mitologia amazônica.

O resultado é um conjunto saboroso de histórias, como o que dá título ao livro, A cobra grande, onde encontramos uma oca que cria, como filhos, duas enormes cobras: a cruel Maria Cananina, que atormenta os moradores ribeirinhos, e Norato, que tem bom coração e orienta os pescadores. Além das enormes serpentes, também onças traiçoeiras, o mais lento dos bichos-preguiça, e um curupira de arrepiar são alguns dos protagonistas do livro, em histórias cheias de aventura, de seres lendários e de mistérios da floresta tropical.

O consagrado ilustrador Fernando Vilela foi o responsável pela parte gráfica do livro, que traz ilustrações feitas com tinta nanquim, gravura em madeira (xilogravura) e carimbos. Com prêmios recebidos no Brasil e no exterior, Vilela é também artista plástico, designer e arte-educador. Em 2007, ganhou o prêmio Jabuti de melhor livro de ilustração infantil ou juvenil.

Sobre o autor – Sean Taylor nasceu em 1965 na Inglaterra e, após ensinar em comunidades rurais no Zimbábue, formou-se em literatura inglesa na Universidade de Cambridge.  Trabalhou como redator de jornal e professor de literatura. Atualmente divide seu tempo entre sua terra-natal e o Brasil, país de sua mulher. Sua primeira viagem à Amazônia foi em 1995 e, nove mais anos mais tarde, subiu o rio pela terceira vez para escrever este livro.

Título: Cobra-Grande, histórias da Amazônia
Autor: Sean Taylor
Ilustrador: Fernando Vilela
Número de páginas: 64
Formato: 276 x 240 mm
Preço: R$ 27
ISBN: 978-85-7675-220-2