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Os retratos falante de Paulo Fridman

Livro do fotógrafo, editado pela DBA, com apresentação de Arnaldo Antunes, é lançado na Galeria Vermelho

Munido de uma câmera e folhas de papel em branco, o fotógrafo Paulo Fridman – exímio retratista prestigiado nacional e internacionalmente –, partiu para um de seus trabalhos autorais. Com uma espécie de estúdio ambulante, começou a fotografar pessoas nas ruas, pedindo que elas respondessem, nas folhas em branco, a três perguntas: Quem é você? O que você pensa do futuro do Brasil? Qual é o seu sonho?

No primeiro dia desta experiência, que começou em 1999, na Vila Madalena e no Largo da Batata, em São Paulo, uma velhinha que catava latas na rua topou fazer parte do trabalho. Surpreendentemente respondeu às três questões em um bom português e identificou-se: Maria…, ex-professora e advogada. Neste momento Fridman percebeu que tinha começado um projeto de vida.

Retratos Falantes, obra em aberto que o fotógrafo realiza há nove anos, ganha agora  versão em livro editado pela DBA, com texto de Arnaldo Antunes e projeto gráfico do artista Artur Lescher. A publicação reúne cerca de 70 dos 300 personagens colecionados pelo fotógrafo, de 1999 a 2008. Composições de retratos e textos ou desenhos, contendo as respostas das três questões colocadas, transformam fisionomias anônimas e registros de seus respectivos desejos em poemas visuais.

Como indaga Antunes: se uma imagem vale mil palavras, o que vale a palavra quando também se torna uma imagem? “A manuscrita presentifica as palavras em realidades icônicas que, dispostas sobre os rostos, acentua o desvelamento de cada uma dessas pessoas”, afirma o músico e poeta. Em seu texto ele chama atenção para a inocência com que as pessoas se entregam às lentes de Fridman, ressaltando a beleza como elemento da verdade.

“No começo eu criava as composições no laboratório, artesanalmente, uma experiência que foi importante para trilhar uma concepção plástica, ao lado do caráter social que eu queria alcançar com este projeto”, explica Fridman. O fotógrafo, que continua a trabalhar em diferentes regiões de São Paulo e também em outras cidades, reuniu muito de suas “imagens depoimentos” em épocas de eleições. “Estas perguntas costumam ficar candentes nas cabeças das pessoas nestas épocas férteis para questionamentos”, afirma.

Esta série, que já nasceu premiada no concurso Brasil na Virada do Século, em 2000, foi finalista do Adobe Digital Context e faz parte dos acervos da Library of Congress em Washington, e do MAM-SP, foi também exibida na Pinacoteca do Estado de São Paulo, em recorte com curadoria de Diógenes Moura, em 2004.

Retratos Falantes
Paulo Fridman
Editora: DBA
Preço:  R$ 52,00 
Formato:18 x 23cm, 132 páginas, português/inglês, capa dura
Patrocínio: Tetra Pak via Lei Rouanet
Lançamento: 7 de outubro, às 19h30
Local: Galeria Vermelho
Rua Minas Gerais , 350  SP – Fone: 11. 3257 2033

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CineEsquemaNovo 2008 – Festival de Cinema de Porto Alegre anuncia grade completa de programação

Em 70 sessões, festival vai exibir 98 filmes distribuídos em 7 diferentes mostras. Entre as novidades estão as Sessões Internacionais, com os longas-metragens Loren Cass, de Chris Fuller (EUA) e Body Rice, de Hugo Vieira da Silva (Portugal)

Mostra Mão Dupla reúne trabalhos históricos da relação entre cinema e arte, além de performance especial; Mostra Filme em Minas e Sessões da Meia-Noite completam a grade de filmes fora de competição

Filmes em disputa por prêmios integram a Mostra de Longas-metragens, Mostra de Curtas e Médias-metragens e Mostra Sala de Aula. Toda a grade de programação pode ser acessada no site do festival, http://www.cineesquemanovo.org

O CineEsquemaNovo 2008 – Festival de Cinema de Porto Alegre (CEN) apresenta entre os próximos dias 11 e 17 de outubro uma seleção com o melhor da produção audiovisual contemporânea brasileira. No total, serão exibidos 98 filmes, 12 deles longas-metragens, em 70 sessões e 7 diferentes mostras. A abertura do festival acontece no sábado 11/10, a partir das 17h na Usina do Gasômetro, com recepção para convidados, show da Musical Amizade e o início das sessões de curtas e médias (19h) e longas-metragens (21h30min). O encerramento do CEN acontece na sexta, 17/10, a partir das 20h, também na Usina do Gasômetro.

A principal mostra não-competitiva do CEN 2008 é a Mostra Mão Dupla (MMD), que traz para as telas a relação e a tensão entre o cinema e as outras formas de arte – questão presente e defendida pelo CineEsquemaNovo desde a sua primeira edição. Esta retrospectiva especial, montada pelos curadores Gabriela Motta e Fabiano de Souza e sediada com exclusividade no Cine Santander Cultural, contará com 20 trabalhos que descrevem o passado e o presente da aproximação histórica entre o cinema e as artes visuais, música, literatura e teatro. São programas que celebram a inventividade aplicada à imagem do começo do século 20 até os dias de hoje. Na tela, produções de nomes consagrados da criação audiovisual como Luis Buñuel, Julio Bressane e Jean Rouch, além de trabalhos de videastas, escritores, músicos, performers, artistas visuais e muitos outros. A Mostra Mão Dupla também contempla uma performance que utiliza computadores, som e imagens ao vivo dentro da sala de cinema, apresentada por Ricardo Carioba e Carlos Issa (Objetito Amarelo).

Outro programa fora de competição no CineEsquemaNovo 2008 que merece atenção especial são as Sessões Internacionais. Tratam-se de filmes especialmente convidados pelos organizadores do CEN e que trazem a contribuição de realizadores de outras partes do mundo sobre questões caras às crenças do festival, como a produção independente, a pesquisa em formatos narrativos, a provocação artística e os circuitos diferenciados de exibição audiovisual.

Os longas convidados do CineEsquemaNovo 2008 são Loren Cass, de Chris Fuller (EUA) e Body Rice, de Hugo Vieira da Silva (Portugal). O filme norte-americano é parte integrante da programação da meia-noite e será exibido na quinta, dia 16/10; já a produção portuguesa será exibida na sexta-feira, dia 17/10, às 20h, antes da premiação do CEN 2008.

Em ambos os filmes estrangeiros, um ponto em comum: a construção de um imaginário, de um ambiente e de uma história a partir do recorte da realidade factual. Seja na tumultuada relação de adolescentes na Flórida dos anos 1990 (Loren Cass), seja na insuspeita migração temporária de jovens da Alemanha para o sul de Portugal a partir dos anos 1980 (Body Rice), os dois longas partem de leituras bastante peculiares sobre o que pode ser compreendido como “fato histórico” para acontecerem na tela – neste caso, através de caminhos bastante distintos um do outro.

A Mostra Filme em Minas (MFM) também integra a programação do CEN 2008. Ela é composta por 5 produções viabilizadas pelo programa homônimo de fomento à produção audiovisual, mantido pelo poder público de Minas Gerais através de seu programa de isenção fiscal para o setor. O objetivo é apresentar um modelo de desenvolvimento das indústrias criativas que merece atenção, não apenas por ser bem-sucedido, mas especialmente por gerar obras de interesse estético inconteste. Para isso, além da mostra, será realizado um debate, no dia 13 de outubro, às 15h, na Sala P.F. Gastal da Usina do Gasômetro. A atividade contará com a presença de Daniel Queiroz, Coordenador do Audiovisual da Secretaria Estadual de Cultura de Minas Gerais e ocorre logo após a exibição do longa “Nos Olhos de Mariquinha”, de Júnia Torres e Cláudia Mesquita, em cartaz na MFM.

Como tradicionalmente acontece, as Sessões da Meia-Noite (MN) permanecem no CEN 2008, com produções fora de competição, convidadas pelo festival ou realizadas por pessoas envolvidas com a sua organização. Neste ano, serão exibidos 14 filmes: a programação da meia-noite inclui um programa especialmente dedicado ao estilo ‘trash’ de Petter Baiestorf e o ainda inédito média-metragem Adonai, de Emerson Pingarilho, entre outros títulos.

Dentro das mostras competitivas, 36 filmes integram a Mostra de Curtas e Médias (MC), 6 participam da Mostra de Longas (ML) e 22 na Mostra Sala de Aula (MSA). Em suas respectivas categorias, sem distinções de formato ou gênero, eles concorrem aos 14 troféus CEN concedidos nesta quinta edição. Todas as mostras de competição contam com debates envolvendo os realizadores dos filmes: estes encontros acontecem todas as noites, na Sala P.F. Gastal da Usina do Gasômetro, após as sessões das 19h e 21h30min. Um grande debate envolvendo todos os diretores presentes ao festival também acontece na sexta-feira (17/10), às 15h.

A programação do CEN se desenrola na Sala P.F. Gastal da Usina do Gasômetro, no Cine Santander Cultural e nas Universidades Famecos-PUCRS, ESPM, Ulbra e Fabico-UFRGS.  A programação, como sempre, é gratuita e contempla, além da exibição dos filmes, diversas sessões comentadas e debates com a participação dos diretores, oficinas e eventos paralelos. Detalhes e a descrição de todos os programas e atividades do festival, bem como a grade por dia e horários, estão disponíveis no site http://www.cineesquemanovo.org.

O júri oficial, responsável pela missão de definir os melhores filmes da Mostra de Curtas e Médias do CEN 2008, é composto pelo Coordenador de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura da Prefeitura de Porto Alegre, Bernardo de Souza; pelo jornalista e crítico de cinema, o paulista Marcelo Lyra; pela artista visual gaúcha Mariana Xavier; por Milton Prado, que trabalha com montagem de cinema e vídeo desde 1996 e é sócio da produtora Clube Silêncio; e pelo cineasta mineiro Pablo Lobato.

A Mostra de Longas recebe premiações do Júri Oficial, Júri Popular e dos alunos da oficina de crítica cinematográfica. A Mostra Sala de Aula também é premiada a partir dos votos da platéia. O CineEsquemaNovo 2008 conta com 14 categorias de premiação. E, como acontece em todos os anos, os prêmios distribuídos no festival são sempre acompanhados por uma justificativa, preparada pelo Júri Oficial, que explicita e valoriza os motivos da premiação para determinado filme. Os premiados recebem o troféu CineEsquemaNovo, criado em 2003 por Luiz Roque Filho; além disso, algumas das categorias também recebem prêmios em serviços, de modo a viabilizar produções futuras. Estes serviços são concedidos por empresas parceiras do festival: Som de Cinema, Tec Áudio, Martins Produções, Quanta Porto Alegre, Revista Aplauso e Link Digital.

Informações completas em www.cineesquemanovo.org

Os gênios do crime? Não. O livro com os ladrões mais idiotas do mundo

O mundo do cinema e da literatura é recheado de obras com o assassinato perfeito, a fuga ideal e eletrizante e aquele personagem que é o supergênio do crime.

Mas a realidade é muito diferente. Tão diferente e tão cheia de idiotices que inspirou o livro Os ladrões mais idiotas do mundo – As histórias bizarras dos roubos mais toscos que você já viu (Matrix Editora, 120 páginas).

Baseado no famoso quadro do programa inglês de rádio de Jamie Thekston, o locutor Simon Vigar reuniu um arquivo com os bandidos mais idiotas do mundo. Gente como o ladrão que tentou roubar um banco, mas só chegou à agência quando ela já estava fechada. Ou o assaltante que tentou fugir da polícia escondendo-se em um zoológico… na jaula do tigre. Ou ainda os traficantes que consomem a própria mercadoria e batem o carro em uma viatura policial.

“Os ladrões mais idiotas do mundo” é um divertido relato de histórias improváveis que em nada se assemelham às mirabolantes técnicas dos gatunos hollywoodianos.

Trechos

Um homem entrou em uma loja da rede Circle-K, na Louisiana, pôs uma nota de 20 dólares no balcão e pediu troco. Quando o caixa abriu a gaveta da registradora, o homem sacou uma arma e pediu todo o dinheiro que havia ali, sendo prontamente atendido pelo funcionário. O homem pegou o dinheiro e fugiu, deixando a nota de 20 dólares no balcão. A quantia total que ele levou da gaveta: 15 dólares.

Quando Dana Roberts assaltou uma loja de autopeças em Rochester, ele achou que tinha escapado tranqüilamente com o dinheiro. Só não atentou para os dois empregados que o seguiram e depois o surraram com um cano de metal, para pegar o dinheiro de volta. Agora, Roberts está processando os dois empregados por agressão e por lhe terem causado sofrimento emocional, alegando que os atos deles foram “desnecessários”.

Se houvesse dois mandados de prisão contra você, você se envolveria em uma gincana beneficente que exigisse sua entrada em uma central de polícia? Pois é, imaginei que não.

Bem, um homem em Michigan achou que era uma grande idéia.

Como parte da gincana, ele precisava da foto de um policial comendo um donut. Parece fácil, certo?

Errado. Em vez disso, o homem foi reconhecido a partir de um cartaz de ‘Procurado’ na parede da central, e foi enjaulado.

Sobre o autor

O jornalista inglês Simon Vigar trabalhou em rádios e TVs do Reino Unido e coleciona histórias sobre ladrões idiotas há muitos anos.

OS LADRÕES MAIS IDIOTAS DO MUNDO – As histórias bizarras dos roubos mais toscos que você já viu
120 páginas
Preço: R$ 25,00

Pequenas Sessões une música e cinema

Projeto Pequenas Sessões apresenta experimentação audiovisual com o clássico do cinema expressionista “O Gabinete do Dr. Caligari”

A segunda edição do projeto PEQUENAS SESSÕES apresenta, no próximo sábado, 4 de outubro, os artistas mineiros Lise e Barulhista executando ao vivo a trilha sonora especial desenvolvida para o filme mudo “O Gabinete do Dr. Caligari”, clássico do expressionismo alemão dirigido por Robert Wiene e lançado em 1919. A performance se dará no Minueto Centro Musical, a partir das 19:30, onde o filme será exibido simultaneamente à execução ao vivo da trilha sonora inédita criada pelos dois artistas. A entrada custa R$ 5.
Antes da apresentação, às 15:00, também no Minueto, será realizada a palestra “Diálogos sobre sonoridade experimental”, ministrada por Davidson Soares (integrante do projeto Barulhista), baseada em estudos de vários compositores contemporâneos, propondo um debate sobre a origem, a abertura e a construção da música experimental. A palestra tem material didático exclusivo e custa R$ 5.

SOBRE OS ARTISTAS

Lise é o projeto multimídia de Daniel Nunes, músico da banda instrumental Constantina e um dos criadores do selo La Petite Chambre, que explora novas formas da relação entre música e vídeo experimentais e que recentemente realizou o show/instalação “Tête à Tête: interface corpo/imagem/som”, no Espaço Cultural Oi Futuro, em Belo Horizonte.
Barulhista é um projeto de Davidson Soares, mais conhecido como G.A., que dá continuidade às experimentações sonoras desenvolvidas pelo artistas nas trilhas sonoras que compõe para espetáculos de dança contemporânea e ao trabalho realizado com o grupo de música experimental PLAN.

SOBRE AS PEQUENAS SESSÕES

As PEQUENAS SESSÕES são encontros de experimentação e intercâmbio musical entre artistas de música livre, reunindo nomes da vanguarda artística mineira e nacional, no Minueto Centro Musical, que além possuir um núcleo de escola de música ainda possui um web café e estúdios de ensaio.
O projeto é uma realização do selo musical/produtora La Petite Chambre e da banda Constantina em parceria com o Instituto Cultural Fórceps, de Sabará-MG. Sua primeira edição aconteceu em junho de 2008 com as bandas Constantina e Superquem (SP) se apresentando simultaneamente um repertório marcado por improvisações e experimentação sonora.
La Petite Chambre foi criada em 2005 e desde então foi responsável pelo lançamento de três CD´s da banda Constantina e por shows de artistas de diferentes Estados em Belo Horizonte.
O Instituto Cultural Fórceps foi criado em 2007 e realiza os festivais Escambo – Festival de Experiências Culturais e a edição sabarense do Grito Rock (a maior de Minas Gerais). O Fórceps é integrante do Circuito Fora do Eixo (foradoeixo.org) e responsável pelo Mapeamento do Circuito Mineiro de Música Independente.

Mais informações no endereço blog.forceps.com.br

SERVIÇO
Pequenas Sessões #2 = Lise + Barulhista apresentando a trilha sonora de “O Gabinete do Dr. Caligari”
Data: 04 de outubro (Sábado)
Horário: 19:30
Local: Minueto Centro Musical (Rua Paulo Simoni, n° 54, Savassi – Belo Horizonte/MG)
Entrada: R$ 5
Contato: 3227.5203 / forceps@forceps.com.br

Palestra “Diálogos sobre sonoridade experimental”
Data: 04 de outubro (Sábado)
Horário: 15:00
Local: Minueto Centro Musical (Rua Paulo Simoni, n° 54, Savassi – Belo Horizonte/MG)
Entrada: R$ 5

Disney lança em 1 de outubro a edição especial do clássico “A Bela Adormecida”

Longa de animação chega às lojas pela primeira vez em em Disney DVD duplo, com imagens e som restaurados, por tempo limitado.

O clássico A Bela Adormecida irá completar 50 anos em 2009 e ganhou um DVD comemorativo, uma edição Platinum dupla, com muitos extras inéditos, e que chega ao varejo em 1º de outubro de 2008. A versão comemorativa foi, também, totalmente remasterizada, e está com áudio e imagem ainda melhores.

Entre os bônus está um depoimento exclusivo de Mary Costa, que foi modelo de Aurora e deu voz à Princesa, que fala exclusivamente sobre o filme. Costa foi escolhida pelo próprio Walt Disney e hoje tem 78 anos.

Os outros bônus ficam por conta de um videoclipe de “Once Upon a Dream”, interpretado pela atriz e cantora Emily Osment (a Lili do seriado “Hannah Montana”), fatos curiosos sobre as princesas, uma abertura alternativa, quatro canções cortadas do original, seqüências de storyboards, galeria de arte, jogos, o curta “A História de Peter Tchaikovsky”, além de um grande documentário sobre a produção do filme.

A Bela Adormecida Edição Platinum estará à venda por tempo limitado em todo o Brasil a partir de 1 de outubro de 2008 e tem preço sugerido de R$44,90.

Antes dos cinemas, chega às livraris Noites de Tormenta

Editora Novo Conceito lança romance de Nicholas Sparks, cuja adaptação para o cinema chega ao Brasil dia 3 de outubro com produção da Warner Bros.

Lançado originalmente em 2002 nos Estados Unidos, Noites de Tormenta mantém as características que fizeram do escritor norte-americano Nicholas Sparks mundialmente famoso – o poder do amor e os mistérios do coração como forças propulsoras para as mudanças de vida. Após figurar na lista de best seller do The New York Times, a Editora Nova Conceito o lança no Brasil junto com sua adaptação para o cinema. Com produção da Warner Bros. e direção de George C. Wolfe, a estréia está prevista para 3 de outubro trazendo Richard Gere e Diane Lane nos papéis principais.

Noites de Tormenta acompanha as vidas de Adrienne Willis e Paul Flanners. Ela, uma mulher de 60 anos que dedicou sua vida aos filhos, aos netos, ao pai e ao emprego numa Biblioteca Pública, e que ainda acredita na idéia do amor como condição essencial para uma vida repleta de felicidade. Já ele, um médico conceituado com problemas de relacionamento com o filho Mark.

Eles se encontrarão na pequena cidade de Rodanthe, na Carolina do Norte, para onde ela fora a fim de cuidar da estalagem de uma amiga e ele para resolver um grave problema profissional. Ambos vindos de momentos similares – enquanto Adrienne separara de Jack, Paul tenta reconstruir sua vida após o fim do casamento com Martha.

Na segunda parte do livro, Nicholas Sparks narra a história em flashback, quando Adrienne repassa uma conversa franca com Amanda. É então no ambiente de uma cozinha, enquanto ambas degustam um vinho, que a mãe revela à filha o segredo desse amor efêmero que manteve há 14 anos com Paul. O que os dois partilharam se transformou num segredo. Uma única noite de amor, sob uma tempestade em Rodanthe, e que ficou suspensa no tempo e, até então, só tinha significado para o casal.

Adrienne segue em busca de uma revisão ideológico-sentimental de sua vida, numa trajetória em que coexistem as chaves para ser feliz depois de um rompimento e os laços que mantém com sua família. Já Paul viaja para o Equador a fim de reativar os laços paternos com Mark.

Em sua narrativa com vai e vem entre passado e presente, Noites de Tormenta revelará dúvidas, conflitos, contradições, cicatrizes e dores carregados pelo destino que uniu esse casal e o efeito que essa união trouxe para o amadurecimento familiar de ambos os lados.

Embora o redescobrimento do amor e suas nuances entre Adrienne e Paul seja o tema central do romance, Nicholas Sparks também repassa questões cruciais já abordadas em seus livros anteriores, como a instituição familiar e as conseqüências das perdas em nossas vidas.

É também do ponto de vista de Amanda e Mark que desenrolam outros fechos dessa comovente história. Ao ouvir em silêncio sobre o amor recôndito da mãe, a filha desencadeará um processo para curar as suas próprias feridas abertas após a perda do marido nos primeiros anos de casamento. Já pelo olhar de Mark, o relacionamento entre Paul e Adrianne trará um momento de reavaliação dos conflitos de convivência ao lado pai. 

Sobre o autor

Noites de Tormenta é o sexto dos 13 livros escritos pelo escritor norte-americano Nicholas Sparks que, junto com J.K. Rowling (da série Harry Potter), é o único autor contemporâneo a emplacar, por mais de um ano, um romance na lista dos mais vendidos do The New York Times. Sparks, 42 anos, é um dos autores com maior número de livros adaptados para o cinema. Além do recente Noites de Tormenta, Diário de uma paixão, Um amor para recordar e Uma carta de amor também já ganharam suas versões cinematográficas.

Ficha Técnica:
Livro: Noites de Tormenta
Autor: Nicholas Sparks
Tradução: Saul Barata
Páginas: 176
Preço: R$ 32,90

Bienal Argentina de Fotografia Documental Recebe 2 Brasileiros

Os fotógrafos Milla Jung e Guy Veloso serão os representantes do Brasil na 3ª Bienal Argentina de Fotografia Documental, na cidade de São Miguel de Tucumán, de 8 de outubro a 9 de novembro de 2008.

A curitibana Milla Jung levará a exposição individual “Espaço de Afetos” para a  Fundação Vicente Lucci, além de apresentar a conferência “A Fotografia Latino-americana”. Já o paraense Guy Veloso exibirá o projeto “Entre a Fé e a Febre: Retratos” na galeria da Plaza de Almas.

Na série Espaço de afetos Milla Jung busca apreender o gesto essencial de afeto em estado selvagem, como instantâneos de imagens que constituem os homens desde a infância e podem ser reconhecido diante de estímulos exteriores. Subvertendo o uso da fotografia como efeito de real, Milla força a apreensão de sua perspectiva ficcional como linguagem. A questão é compreender de que modo a fotografia, aparato constituído no mito da objetividade, pode dar conta do que está para alem do tangível.

Guy Veloso investiga manifestações religiosas ímpares no interior profundo do Brasil em fotografias em preto e branco tomadas em 8 estados. Descobrimos práticas que remontam à Idade Média, como as confrarias de penitentes que desfilam encapuzados noite à dentro, como o catolicismo laico da população rural em suas peregrinações. A mostra “Entre a Fé e a Febre” já foi exibida no Teatro Nacional de Brasília, passou pelo Museu de Arte Contemporânea de Santiago-Chile, pela fábrica das câmeras Leica em Solms-Alemanha e segue itinerando por diversos países.

Em sua terceira edição, a Bienal concentra a mais de 25 dos mais importantes fotógrafos e editores de seis países sul-americanos engajados no desenvolvimento de una fotografia comprometida com sua realidade e seu tempo. Estão programadas exposições, conferências, projeções, revisões de portfolios e diversos eventos paralelos. A direção é de Julio Pantoja e a produção de Karina Azaretzky e Ariel Bellos.

A Bienal Argentina de Fotografia Documental vai se firmando como um dos maiores festivais no gênero em todo o mundo.

Para saber mais:

www.fotobienal.com.ar

Milla Jung: http://www.nucleofotografia.com.br e www.escapatórias.com.br

Guy Veloso: www.fotografiadocumental.com.br

PAPIERS À LA MODE no Museu da FAAP

O Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado traz pela primeira vez ao Brasil a exposição “Papiers à la Mode”, da artista plástica Isabelle de Borchgrave. A exposição, narrará a história da moda dos últimos 300 anos, através de uma seleção de 60 modelos em tamanho natural, feitos em papel pela artista plástica.
Isabelle estudou na Academie Royale e no Centre des Arts Decoratifs de Bruxelas. Há  trinta anos dedica-se às artes, com especial predileção pelo papel como suporte. Sua dedicação ao trabalho com papel e a experiência acumulada pela pesquisa desenvolvida, transformaram-na em autoridade sobre o assunto.

A artista é conhecedora de diversos procedimentos  técnicos e depois de juntar colar,  plissar, amassar, dobrar, colar, tingir e pintar consegue transformar planos em volumes e folhas em vestidos.  Também é conhecedora de têxteis  e por meio de recursos que vão da tintura  à colagem, consegue dar ao papel as várias texturas e a consistências que os caprichos da moda requereu de tecidos diversos.

Em 1994 em conjunto com Rita Brown, figurinista canadense especialista em espetáculos teatrais, deu início ao projeto aqui em foco. A exposição apresentada no Museu de Arte Brasileira da FAAP será mais do que uma coleção de vestidos em papel, a mostra traz,  como bem descreve seu  título, papéis à moda de Isabelle, criando uma atmosfera única.

Ao restringir o suporte de seu trabalho a apenas dois tipos de papel e com eles conseguir os efeitos desejados,  comprova seu conhecimento do material utilizado. Ao selecionar os procedimentos adequados para obter texturas e padrões de tecidos, realiza pinturas abrangendo alusões em ampla gama, da seda à lã e da cambraia à sarja. A parceria com Rita Brown, especialista canadense em figurino para ópera, lhe facultou  acesso ao repertório da modelagem dos trajes de época, que juntamente com o efeito de trompe l´oeil da pintura, conferem a “Papier à la Mode” o ponto médio entre o palco e o salão, a veste e a obra, o mundo da realidade e o da fantasia.

A artista discute, nesta exposição, história, moda e sociedade, mas principalmente aborda questões específicas da arte. Traz para o centro do debate seu próprio  processo de criação e o exercício  magistral da técnica a serviço da idéia. Motiva reflexões sobre os mecanismos que determinam as escolhas que definiram as feições de um novo traje, seja ele de autor ou anônimo, seguindo os preceitos depurados pelo tempo e avalizada pela tradição.

“Papier à la Mode” abrange 300 anos de história da moda, contada pelos  trajes, personagens célebres, criações de estilistas ou pelas vestes das testemunhas anônimas daqueles momentos.     As referências mais antigas da coleção dizem respeito a um vestido da rainha Elizabeth I da Inglaterra, datado de 1599, a uma jaqueta inglesa de 1620 e a vestidos de 1690. O século XVIII é representado por alusões a Madame Pompadour, de 1764, a Maria Antonieta e a trajes ingleses de cidade e campo. Seu apreço pela moda do século XIX é traduzido em versões de um vestido da imperatriz Josefina, de 1810, de um traje inglês em denim para a prática de esporte, datado de 1870, e de um modelo criado por Worth em 1898. Caracteriza o início do século XX como o primado das linhas retas e da maior liberdade para o corpo feminino, exemplificando essa constatação com versões de vestidos das Irmãs Callot (ca 1908), de Poiret (1912 e 1923), de Lanvin (1924) e de Redfern (1924). A exposição encerra seu percurso pelo universo da moda, à maneira dos desfiles de moda tradicionais, com um vestido de noiva, criado por Isabelle de Borchgrave em 2000, indicação de que suas obras em papel logo se tornariam obras não apenas para serem vistas, mas também vestidas.

SERVIÇO: Exposição “Papiers à la Mode”
Curadoria: Maria Izabel Branco Ribeiro
Abertura: 11 de Outubro às 17h00 (para convidados)
Exposição: De 12 de Outubro a 14 de Dezembro de 2008
Horários: de 3ª a 6ª das 10h às 20h.
Sábados/Domingos/Feriados das 13h às 17h.
Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP – Sala MAB
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
01242-902 São Paulo SP
Tel: 55 11 xx 3662-7198
Site: www.faap.br
E-mail: museu.secretaria@faap.br
ENTRADA FRANCA

CBL anuncia vencedores do 50º Prêmio Jabuti

Livro autobiográfico do catarinense Cristovão Tezza é o melhor romance e 1808, de Laurentino Gomes, é o melhor livro reportagem

O Filho Eterno, livro autobiográfico do escritor catarinense Cristovão Tezza, ganhou o Prêmio Jabuti de melhor romance do ano. Já 1808, de Laurentino Gomes, faturou o Jabuti de melhor livro-reportagem, enquanto que o ex-presidente da Academia Brasileira de Letra, Ivan Junqueira, autor de O Outro Lado, foi agraciado como o melhor livro de Poesia.

Mais tradicional prêmio literário do Brasil, o Jabuti teve os ganhadores de sua 50ª edição, que contempla livros publicados em 2007, definidos na tarde desta terça-feira, 23 de setembro, na sede da Câmara Brasileira do Livro (CBL), em São Paulo. Essa foi a segunda sessão pública desta edição do prêmio, onde foram revelados os três vencedores de cada uma das 20 categorias. Os 200 finalistas, sendo 10 de cada categoria, foram definidos na primeira sessão, realizada no dia 28 de agosto, quando foi feita a contagem dos votos dos 60 jurados – três para cada categoria. Na cerimônia de entrega das estatuetas, que acontece no dia 31 de outubro, na Sala São Paulo, em São Paulo, serão conhecidos os melhores livros do ano nas categorias Ficção e Não-Ficção.

Este ano, a comissão julgadora do Jabuti analisou 2.141 obras. A premiação total será de R$ 120 mil. O primeiro lugar de cada uma das 20 categorias receberá R$ 3 mil e os autores dos melhores livros do ano de Ficção e de Não-Ficção receberão R$ 30 mil cada um.

Um dos prêmios mais cobiçados pelos profissionais do livro no País, o Jabuti contempla todas as esferas envolvidas na produção de um livro. Além dos melhores por gênero literário, ele também premia em suas categorias as obras por tradução, ilustração, capa e projeto gráfico.

Autobiográfico

Em 2008, O Filho Eterno, de Cristovão Tezza, foi o vencedor como melhor livro de romance. Publicada em julho de 2007 pela Record, a obra reconstitui o relacionamento de um escritor com seu filho portador da síndrome de Down. Tezza, de 56 anos, acalentava o projeto de escrever sobre sua experiência como pai de uma criança deficiente desde o nascimento de Felipe, seu filho, hoje com 26 anos. Em dezembro de 2007, o romance recebeu o Prêmio da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de melhor obra de ficção do ano. Em julho deste ano, foi lançado na Itália e já tem edições contratadas na França, Espanha e Portugal. 

Confira abaixo os três vencedores de cada categoria na 50ª edição do Prêmio Jabuti:

MELHOR LIVRO DE ROMANCE
O FILHO ETERNO
CRISTOVÃO TEZZA
EDITORA RECORD LTDA

O SOL SE PÕE EM SÃO PAULO
BERNARDO TEIXEIRA DE CARVALHO
COMPANHIA DAS LETRAS

ANTONIO
BEATRIZ BRACHER
EDITORA 34

MELHOR LIVRO DE POESIA
O OUTRO LADO
IVAN JUNQUEIRA
EDITORA RECORD LTDA

O XADREZ E AS PALAVRAS
MARCUS VINICIUS TEIXEIRA QUIROGA PEREIRA
MARCUS VINICIUS TEIXEIRA QUIROGA PEREIRA

TARDE
PAULO FERNANDO HENRIQUES BRITTO
COMPANHIA DAS LETRAS

MELHOR LIVRO DE CONTOS E CRÔNICAS
HISTORIAS DO RIO NEGRO
VERA DO VAL
EDITORA WMF MARTINS FONTES LTDA.

A PRENDA DE SEU DAMASO E OUTROS CONTOS
JORGE EDUARDO PINTO HAUSEN
JORGE EDUARDO PINTO HAUSEN

FICHAS DE VITROLA
JAIME PRADO GOUVÊA
EDITORA RECORD LTDA

MELHOR LIVRO DE REPORTAGEM
1808
LAURENTINO GOMES
EDITORA PLANETA DO BRASIL

O MASSACRE
ERIC NEPOMUCENO
EDITORA PLANETA DO BRASIL

BAR BODEGA: UM CRIME DE IMPRENSA
CARLOS DORNELES
EDITORA GLOBO S/A

MELHOR LIVRO DE BIOGRAFIA
RUBEM BRAGA: UM CIGANO FAZENDEIRO DO AR
MARCO ANTONIO DE CARVALHO
EDITORA GLOBO S/A

D. PEDRO II
JOSÉ MURILO DE CARVALHO
COMPANHIA DAS LETRAS

O TEXTO OU A VIDA
MOACYR JAIME SCLIAR
BERTRAND BRASIL LTDA
MELHOR LIVRO INFANTIL
SEI POR OUVIR DIZER
BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS
EDELBRA

O MENINO QUE VENDIA PALAVRAS
IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO
OBJETIVA

ZUBAIR E OS LABIRINTOS
JOSE ROGER SOARES DE MELLO
COMPANHIA DAS LETRAS

MELHOR LIVRO JUVENIL
O BARBEIRO E O JUDEU DA PRESTAÇÃO CONTRA O SARGENTO DA MOTOCICLETA
JOEL RUFINO DOS SANTOS
EDITORA MODERNA LTDA

TÃO LONGE…TÃO PERTO
SILVANA DE MENEZES
EDITORA LÊ LTDA

MESTRES DA PAIXÃO – APRENDENDO COM QUEM AMA O QUE FAZ
DOMINGOS PELLEGRINI
EDITORA MODERNA LTDA

MELHOR LIVRO DE CIÊNCIAS EXATAS, TECNOLOGIA E INFORMÁTICA
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
MARIO OTAVIO BATALHA
ELSEVIER EDITORA LTDA

ENCICLOPÉDIA DE AUTOMÁTICA – CONTROLE & AUTOMAÇÃO – VOL. 1
LUIS ANTONIO AGUIRRE
EDITORA EDGARD BLÜCHER LTDA.

INTRODUÇÃO AO TESTE DE SOFTWARE
MARCIO EDUARDO DELAMARO, JOSE CARLOS MALDONADO, MARIO JINO
ELSEVIER EDITORA LTDA

MELHOR LIVRO DE CIÊNCIAS HUMANAS
MULHERES NEGRAS DO BRASIL
SCHUMA SCHUMAHER; ÉRICO VITAL BRAZIL
SENAC RIO

OS JAPONESES
CÉLIA SAKURAI
EDITORA CONTEXTO

HISTÓRIA DE MINAS GERAIS – AS MINAS SETECENTISTAS – VOL. I E VOL. II
MARIA EFIGÊNIA LAGE DE RESENDE E LUIZ CARLOS VILLALTA
AUTÊNTICA EDITORA

MELHOR LIVRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E CIÊNCIAS DA SAÚDE
ESTOMATOLOGIA-BASES DO DIAGNÓSTICO PARA O CLÍNICO GERAL 1E
DR. SERGIO KIGNEL
LIVRARIA SANTOS EDITORA COMÉRCIO E IMPROTAÇÃO LTDA

DIMENSÕES HUMANAS DA BIOSFERA-ATMOSFERA DA AMAZÔNIA
WANDERLEY MESSIAS DA COSTA; BERTHA K. BECKER; DIOGENES SALAS ALVES (ORGS.)
EDITORA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

POR QUE O BOCEJO É CONTAGIOSO?: E OUTRAS CURIOSIDADES DA NEUROCIÊNCIA NO COTIDIANO
SUZANA HERCULANO-HOUZEL
JORGE ZAHAR EDITOR

MELHOR LIVRO DE DIREITO
CURSO DE DIREITO TRIBUTÁRIO E FINANÇAS PÚBLICAS – DO FATO À NORMA, DA REALIDADE AO CONCEITO JURÍDICO
EURICO MARCOS DINIZ DE SANTI
SARAIVA S/A LIVREIROS EDITORES

TEORIA GERAL DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS
DIMITRI DIMOULIS E LEONARDO MARTINS
EDITORA REVISTA DOS TRIBUNAIS LTDA.

CURSO DE DIREITO CONSTITUCIONAL
GILMAR FERREIRA MENDES
SARAIVA S/A LIVREIROS EDITORES

MELHOR LIVRO DE ARQUITETURA E URBANISMO, FOTOGRAFIA, COMUNICAÇÃO E ARTES
NOTICIÁRIO GERAL DA PHOTOGRAPHIA PAULISTANA: 1839-1900
PAULO CEZAR ALVES GOULART E RICARDO MENDES
IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

RUA DO LAVRADIO
ELIANE CANEDO DE FREITAS PINHEIRO
ANDREA JAKOBSSON ESTÚDIO EDITORIAL LTDA.

CAIXA TUNGA
TUNGA
COSAC NAIFY

MELHOR LIVRO DIDÁTICO E PARADIDÁTICO DE ENSINO FUNDAMENTAL OU MÉDIO
O ALIENISTA (GRAPHIC NOVEL)
FÁBIO MOON E GABRIEL BÁ
AGIR EDITORA LTDA

COLEÇÃO HISTÓRIA EM PROJETOS – 4 VOLUMES
CONCEIÇÃO OLIVEIRA E CARLA MIUCCI
EDITORA ATICA

SÉRIE (EN)CANTOS DO BRASIL (CAMINHO DAS PEDRAS; NO CORAÇÃO DA AMAZÔNIA; FACES DO SERTÃO)
SHIRLEY SOUZA, MANUEL FILHO, LUÍS FERNANDO PEREIRA
SHIRLEY SOUZA

MELHOR TRADUÇÃO
HIPÓLITO E FEDRA – TRÊS TRAGÉDIAD
JOAQUIM BRASIL FONTES
EDITORA ILUMINURAS LTDA

BEOWULF
ERICK RAMALHO
TESSITURA EDITORA ASSESSORIA E CONSULTORIA LTDA

AGAMÊMNON
TRAJANO VIEIRA
EDITORA PERSPECTIVA S.A.

MELHOR LIVRO DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS
CRESCIMENTO ECONÔMICO E DISTRIBUIÇÃO DE RENDA. PRIORIDADES PARA A AÇÃO
JACQUES MARCOVITCH (ORG.)
EDITORA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

OS DESAFIOS DA SUSTENTABILIDADE
FERNANDO ALMEIDA
ELSEVIER EDITORA LTDA

E-DESENVOLVIMENTO NO BRASIL E NO MUNDO: SUBSÍDIOS E PROGRAMA E-BRASIL
PETER TITCOMB KNIGHT
YENDIS EDITORA

MELHOR LIVRO DE TEORIA/CRÍTICA LITERÁRIA
PROUST: A VIOLÊNCIA SUTIL DO RISO
LEDA TENÓRIO DA MOTTA
EDITORA PERSPECTIVA S.A.

A FORMAÇÃO DO ROMANCE INGLÊS: ENSAIOS TEÓRICOS
SANDRA GUARDINI VASCONCELOS
ADERALDO & ROTHSCHILD EDITORES LTDA

RISO E MELANCOLIA
SERGIO PAULO ROUANET
COMPANHIA DAS LETRAS

MELHOR LIVRO DE EDUCAÇÃO, PSICOLOGIA E PSICANÁLISE
HISTÓRIA DAS IDÉIAS PEDAGÓGICAS NO BRASIL
DERMEVAL SAVIANI
EDITORA AUTORES ASSOCIADOS LTDA

RELIGIÃO, PSICOPATOLOGIA E SAÚDE MENTAL
PAULO DALGALARRONDO
ARTMED EDITORA S/A

GIRAMUNDO E OUTROS BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS DOS MENINOS DO BRASIL
RENATA MEIRELLES
EDITORA TERCEIRO NOME LTDA.

MELHOR ILUSTRAÇÃO DE LIVRO INFANTIL OU JUVENIL
TODA CRIANÇA GOSTA…
MARIANA MASSARANI
MANATI PRODUÇÕES EDITORIAIS LTDA.

JOÃO FELIZARDO – O REI DOS NEGÓCIOS
ANGELA-LAGO
COSAC NAIFY

POEMINHA EM LÍNGUA DE BRINCAR
MARTHA BARROS
EDITORA RECORD LTDA 

MELHOR PROJETO GRÁFICO
AS MOEDAS CONTAM A HISTÓRIA DO BRASIL
MARCELO AFLALO
MAGMA CULTURAL E EDITORA LTDA

ROTEIRO PRÁTICO DE CARTOGRAFIA: DA AMÉRICA PORTUGUESA AO BRASIL IMPÉRIO
NEW DESIGN – ANGELA DOURADO E BERNARDO LESSA
EDITORA UFMG

A FERA NA SELVA
LUCIANA FACCHINI
COSAC NAIFY

MELHOR CAPA
ENSAIOS SOBRE O MEDO
MOEMA CAVALCANTI
EDITORA SENAC SÃO PAULO CO-EDIÇÃO: EDIÇÕES SESC SÃO PAULO

ALEXANDRE HERCHCOVITCH (COLEÇÃO MODA BRASILEIRA – VOL. 1)
ELAINE RAMOS
COSAC NAIFY

AS MOEDAS CONTAM A HISTÓRIA DO BRASIL
MARCELO AFLALO
MAGMA CULTURAL E EDITORA LTDA

A PROSA de Stela Barbieri e Fernando Vilela

PROSA traz obras sobre papel de Stela Barbieri e Fernando Vilela. Inauguração em 24 de setembro de 2008

A exposição se constitui de cerca de trinta livros originais dos artistas realizados com gravura, desenho e colagem.

Alguns livros foram feitos a quatro mãos pelos artistas.

Todas as obras são de 2008.

Stela Barbieri é artista plástica, diretora da Ação Educativa do Instituto Tomie Ohtake em São Paulo, educadora e escritora.

Fernando Vilela é artista plástico, autor-ilustrador e educador. Em 2007 ganhou dois prêmios Jabuti por seu livro Lampião e Lancelote (cosacnaify, 2006). Atualmente faz pós-gradução na ECA-USP.

PROSA – Stela Barbieri e Fernando Vilela
Período Expositivo: de 24 de setembro a 01 de novembro
Abertura: 24 de setembro, quarta-feira, 19h00 às 23h00
Local: Galeria Gravura Brasileira
Horários de visitação: 2ª a 6ª das 10 às 18h e sábado das 11 às 14h
Endereço: Rua Dr. Franco da Rocha, 61, Perdizes, São Paulo, SP
(travessa da av. Sumaré)
Telefone: (11)  3624 0301
Entrada Franca
Estacionamento gratuito no local
www.cantogravura.com.br
www.stelabarbieri.com.br
www.fernandovilela.com.br