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Paulo Moura e Duo Siqueira Lima juntos no Sesc Vila Mariana

O clarinetista Paulo Moura e os violonistas do Duo Siqueira Lima, a uruguaia Cecília Siqueira e o mineiro Fernando Lima, reúnem-se para apresentar o show SUL/SUR, baseado em releituras e diálogos da obra do brasileiro Radamés Gnatalli (1906-1988) com a do argentino Astor Piazzolla (1921-1992).

Em 1958, Paulo Moura trabalhava na Rádio Nacional do Rio de Janeiro, ao lado de Radamés Gnatalli, responsável pelos arranjos de conjuntos e orquestras apresentados diariamente na rádio. Compositor, arranjador, regente e pianista, Gnatalli lançou dez álbuns, entre 1948 e 1953. Nos anos 70, foi peça fundamental na redescoberta do choro, divulgando o gênero e incentivando jovens músicos. Paulo Moura pediu então, que Radamés Gnatalli fizesse alguma coisa para tocar no saxofone. Tempos depois, Gnatalli trouxe uma série de composições, que foram gravadas no LP Paulo Moura Interpreta Radamés Gnatalli (1959), com o próprio Radamés ao piano.

Cinqüenta anos depois, Paulo Moura recebeu os dois jovens violonistas Cecília Siqueira e Fernando Lima em sua casa, no Rio de Janeiro. A idéia era regravar as composições de Radamés, agora com a formação clarineta e duo de violões. Mas, depois de ouvir os sons de Astor Piazzolla “saltarem” dos violões de Fernando e Cecília, o próprio Paulo lançou o desafio: “E se fizermos o Radamés com o Piazzolla?” Nasceu desse feliz encontro o projeto deste show no Sesc Vila Mariana, que mostra composições dos dois geniais compositores da música latino-americana.

O “trio” vai executar algumas composições de Astor Piazzolla, como Otoño Porteño, Verano Porteño, Milonga Del Angel e Alguién Le Dice Al Tango. As músicas Devaneio, Nostalgia, Valsa Triste, Romance e Penumbra, de Radamés Gnatalli, completam o roteiro da apresentação.

Os artistas
O Duo Siqueira Lima (www.duosiqueiralima.com.br) foi formado em 2002, depois que Cecília dividiu o primeiro lugar em um concurso internacional de violões com Fernando. Em seis anos de carreira, o Duo já tocou várias vezes por todas a Europa e gravou os CDs Tudo Concorda (2003) e Lado a Lado (2006).

O clarinetista e saxofonista Paulo Moura (www.paulomoura.com) tem 60 anos de carreira, gravou 35 álbuns autorais e foi premiado diversas vezes como instrumentista, nacional e internacionalmente, inclusive com um Grammy Latino.

SERVIÇO
Paulo Moura e Duo Siqueira Lima
Dia 5/12/2008. Sexta, às 21h
R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário inscrito, + 60 anos, estudante com carteirinha e professor da rede pública); R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes)
Teatro (608 lugares)
Duração: 90 minutos
Ingressos à venda em todas as unidades do SESC
Acesso a portadores de deficiências
Não recomendado para menores de 12 anos
Estacionamento: a partir de R$ 5,00

SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141
Informações: 5080-3000
http://www.sescsp.org.br
0800 11 8220

Radiohead confirma shows no Brasil em março Grupo inglês fará apresentações no Rio de Janeiro e em São Paulo

Confirmado. O aguardado grupo inglês Radiohead faz dois shows no Brasil em março de 2009. As apresentações farão parte do  festival Just A Fest, que acontece no Rio de Janeiro no dia 20 de março, na Praça da Apoteose, e em São Paulo, na Chácara do Jóquei, em 22 de março. O festival contará ainda com a participação de outros grupos, que serão anunciados em breve.
Formada em 1988, em Oxford, na Inglaterra, o Radiohead é composto por  Thom Yorke (vocais, guitarra, piano), Jonny Greenwood (guitarra), Ed O’Brien (guitarra), Colin Greenwood (baixo, sintetizador) e Phil Selway (bateria, percussão).
Seu primeiro single, “Creep”, foi lançado em 1992 e no ano seguinte chegou o primeiro álbum, Pablo Honey. O Radiohead estourou na Inglaterraem 1995, com a gravação do segundo álbum, The Bends. O lançamento de OK Computer, em 1997, deu ao Radiohead fama mundial – e uma legião de fãs.
O início dos anos 2000 foi marcado por inovação no Radiohead, com a banda incorporando elementos experimentais de música eletrônica e jazz em suas composições. Hail to the Thief (2003), sexto álbum da banda, mesclou diversos estilos
Em 2007 o Radiohead  causou nova revolução – saiu de sua gravadora EMI e lançou seu sétimo álbum, In Rainbows, por meio de download digital, quando o público escolhia o quanto queria pagar.
O Radiohead apresentará aos fãs brasileiros o show de sua turnê do álbum In Rainbows.
O Festival Just A Fest será realizado pela Planmusic Entretenimento, em parceria com MCT Brasil Produções e  Brasil 1 Entretenimento.
Sobre a venda dos ingressos
Os ingressos para os shows começam a ser vendidos pelo site www.ingresso.com a partir das 00:00h do dia 05 de dezembro 2008
Em São Paulo, também será possível comprar ingressos, a partir das 9:00h do dia 5 de dezembro, nas bilheterias do Estádio do Pacaembu – Rua Prof. Passalaqua, s/n – ao lado do portão 24.
No Rio de Janeiro os ingressos estarão também disponíveis, a partir das 9:00h do dia 5 de dezembro, na bilheteria 1 do Maracanãzinho – Prof. Eurico Rabelo – próximo a estátua do Bellini
Serão disponibilizados 35 mil ingressos para  Rio de Janeiro e 30 mil ingressos para São Paulo.
A censura do evento é 16 anos.
O telefone do SAC é 021 30 35 76 21  – atendimento@ingresso.com.br
Setores disponíveis e valores dos ingressos:
Dia 20/03/09 – RIO DE JANEIRO – Praça da Apoteose
PISTA  E ARQUIBANCADA–  35 mil ingressos
Inteira ……………….R$ 200,00
Meia/Estudante………….R$ 100,00
DIA 22/03/09 – SÃO PAULO – Chácara do Jóquei
PISTA – 30 mil ingressos
Inteira ……………….R$ 200,00
Meia/Estudante………….R$ 100,00
www.ingresso.com ou nos pontos credenciados
INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
Pagamento nos pontos de venda – apenas em dinheiro
Limite de venda de 4 ingressos por pessoa
Não será efetuada devolução de dinheiro após a compra
Não será permitida a troca de ingressos após a compra
Pontos de venda credenciados
São Paulo
Bilheteria dos Estádio do Pacaembu
Rua Professor Passalaqua, S/n◦
Rio de Janeiro
Bilheteria 1 do Maracanãzinho
Professor Eurico Rabelo S/ n◦ – próximo a estátua do Bellini

Taís Morais lança em Brasília seu novo livro-bomba

“Sem Vestígios – revelações de um agente secreto da  ditadura militar brasileira “,  um lançamento da Geração Editorial

Prepare-se para uma experiência chocante: Carioca, o agente secreto da ditadura militar cuja trágica história é contada neste livro, vai fazer você descer aos porões mais revoltantes da ditadura militar brasileira, principalmente na fase da guerra suja contra os grupos de esquerda, nos anos 70.

                Imagine a seguinte cena: nosso homem, que ajudou a prender o líder comunista David Capistrano da Costa, é acordado no meio da noite, por um colega, que o leva para assistir aos últimos momentos do  infeliz personagem: preso, interrogado, torturado, aparentemente ele já não é útil e os comandantes militares do Palácio do Planalto já deram a ordem: matar e desaparecer com o corpo. E o corpo está lá, espedaçado, pendurado em ganchos, uma costela aqui, uma perna ali, pingando sangue. Carioca, o agente – cujo final também haveria de ser trágico – tem engulhos, o estômago se revolve, mas, ao lado dele, outro agente ri cinicamente: o inimigo derrotado já não serve para nada e precisa ser descartado – sem deixar Vestígios.

Esta é a questão: que vestígios sobraram daquele período negro em que homens, mulheres e até crianças, alguns deles inocentes, foram presos, torturados e mortos com requintes de sadismo por verdadeiras bestas que operaram num verdadeiro açougue humano?

Carioca, o agente que infelizmente é preciso deixar anônimo, deixou numa caixa os vestígios de suas ações e seu remorso. Seu depoimento fragmentado e atormentado, que Taís Morais costurou em livro, é uma acusação mais que terrível: ele estava lá, participou dos atos. Investigou, prendeu, interrogou, matou. Algumas vezes matou sem necessidade, matou porque quis. Outras vezes, tentou não matar, mirou para errar o corpo. Mas os outros haveriam de acertar.

Este livro dramático, terrível, em que pela primeira vez uma testemunha das atrocidades revela que estava lá e foi daquele jeito mesmo, terá sem dúvida uma repercussão intensa nos meios políticos e militares. Muitos de seus personagens – os presidentes Médici e Geisel, o general Antônio Bandeira – estão mortos e só poderão ser julgados pela História. Outros, porém, estão vivos e seus nomes não foram poupados. A sociedade brasileira discute no momento o que fazer com este lixo do passado. Esquecer, já que houve uma anistia? Responsabilizar, ainda que ninguém seja preso de fato? Deixar de lado, finalmente, a busca de corpos que foram transformados em cinzas ou comida de peixes e não podem ser resgatados?

O projeto era não deixar vestígio algum: documentos, corpos e até algumas testemunhas, que foram convenientemente apagadas. Mas alguma coisa imprevista ficou: o depoimento desse agente atormentado e cheio de remorsos que se lê com ansiedade e apreensão. Taís Morais, autora também de Operação Araguaia – os arquivos secretos da guerrilha teve em mãos um conjunto de informações que nenhum brasileiro jamais teve… O resultado é este livro incômodo e aterrador.

Disney faz Exibição Gratuita de Tarzan para Crianças Carentes

As Instituições de apoio às crianças carentes Casa Hope, Casa do Menor Santo Amaro Grossarl e Projeto Felicidade receberam o convite da Disney para que as crianças assistidas por elas vejam o show inédito no Brasil Tarzan: Em Busca de Aventura, no dia 27/11, quinta-feira. Mais de 150 crianças carentes poderão ver, logo na primeira semana da estréia, o show que está sendo apresentado na Super Casas Bahia, em São Paulo.

Tarzan: Em Busca de Aventura, é um espetáculo incrível que conta a história do personagem, o lendário rei das selvas criado em 1912. A cenografia traz como palco uma passarela de 45m de comprimento, com arquibancadas dos dois lados. De um lado fica a casa da árvore de Tarzan e do outro uma caverna e uma cascata. Além de Tarzan, os personagens Jane, Professor Porter, Clayton, Terk, Kala, Kerchak estão no elenco, e mais 12 bailarinos e 36 artistas circenses.

Serviço

SUPER CASAS BAHIA
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Endereço: Av. Olavo Fontoura, nº 1209
Período: a partir de 21 de novembro
Horário: de domingo a quinta-feira, das 10h às 23 h. Sextas-feiras e sábados, das 10h às 24h.
Horários especiais: 24 e 31 de dezembro, das 10h às 18h. 25/12, fechado.
Entrada e estacionamento: gratuitos

SHOW Tarzan: em Busca de Aventura
Período: 26 de novembro a 31 de dezembro.
De terça a domingo, às 14h30, 16h30, 19h e 21h
Horários Especiais: 24 e 31 de dezembro, às 14h30 e 16h30
Este show possui mecânica de troca de ingressos. A cada R$120,00 em compras na Super Casas Bahia em um mesmo cupom fiscal o cliente troca por 1 ingresso. Limitado a 6 ingressos por cupom.

Lobão no Studio SP

Depois de excursionar pelo Brasil por dois anos com o premiado Acústico MTV, Lobão volta às suas origens com a nova turnê “Elétrico”. Morando em São Paulo desde junho de 2008, o carioca se apresenta pela primeira vez no Studio SP com um repertório recheado de canções de todas as fases de sua carreira, como “Universo Paralelo”, “Sozinha Minha”, “Canos Silenciosos” e “Robô Robô”. Em São Paulo, o cantor trabalhou em seu estúdio em novos arranjos para músicas que não eram tocadas há tempos. Um exemplo disso é a música “A Hora Deserta Bonanza”, releitura da canção de 1998, disponível no site http://www.lobao.com.br. Ao lado de sua nova banda, formada por Duda Lima (baixo), Samuel Fraga (bateria) e Luiz Mattos (guitarra), o cantor e compositor passeias por seus doze discos em duas noites de shows.

LOBÃO NO STUDIO SP
Dias 02 e 03 de dezembro, às 23h
R$ 20 (antecipado – ingressos limitados), R$ 25 (nome na lista) e R$ 35 (na porta)
STUDIO SP
Rua Augusta, 591 – Centro
Tel.: 11 3129 7040
Estacionamentos conveniados R$ 15
http://www.studiosp.org

A História Íntima do Beijo

Beijo roubado, proibido, apaixonado, rejeitado, provocante, sagrado, supersticioso, avassalador… Não importa como, um beijo nunca será só um beijo. O beijo é íntimo, é pessoal,  é tradutor de sentimentos e precursor de sensações. Tudo começa com um beijo. O primeiro beijo dos nossos pais nos traz à vida.

Há quem garanta que o beijo traz em si o poder da transformação, outros morrem de medo de terem suas almas roubadas através dele. Mas, afinal, de onde vem o beijo e a vontade de beijar? Beijar é instintivo?  Qual é a origem desse ato? É algo cultural ou é sagrado?

Desvendar os mistérios dessa arte e deste gesto universal, com delicadeza e profundidade, é o principal objetivo da jornalista canadense Julie Enfield em sua recém lançada obra “A História Íntima do Beijo” (Matrix Editora, 244 páginas).

Organizada em nove capítulos, a obra explora todos os ângulos desse gesto prazeroso e evocativo: o cultural, o químico, o psicológico, o erótico, o literário, o visual e até mesmo o tecnológico. Segundo Enfield “um mergulho na história do beijo e do amor, e nos hábitos em torno dele, pode ser o caminho para nos conduzir a um terreno mais familiar: a exploração de como nós mesmos beijamos nossos parceiros amorosos”.

“A História Íntima do Beijo” investiga as origens e a alquimia do beijo, como ele varia de cultura para cultura, as suas dimensões espirituais, profundezas eróticas e atração artística, a sua linguagem e sua magia.

Misto de reflexão romântica e investigação cultural, a obra chega para ampliar a nossa compreensão sobre um dos prazeres mais eternos desta vida – o beijo. Julie Enfield convida os leitores para uma jornada que passa pelo mundo todo, desde tempos pré-históricos até o presente, atrás dos beijos que mais marcaram as artes plásticas, a literatura, o cinema e a fotografia. Mostra como cada um dos cinco sentidos enriquece e influencia o ato de beijar e desvenda aspectos surpreendentes da química do desejo.

Trechos

“(…) Tudo começa com um beijo. Nós nascemos do primeiro beijo dos nossos pais, e a lembrança mais antiga que todo mundo guarda é dos beijos carinhosos da própria mãe. Dentre todos os beijos que passam por nós depois disso, nenhum parece mais intenso do que o primeiro beijo romântico. Nós seguimos pela vida afora sendo beijados pelo destino, pelo amor. E aprendemos a moldar com os lábios os nossos desejos mais apaixonados.”

“(…) Um beijo pode expressar paz, paixão e lealdade. E mesmo com certos tipos de beijos sendo considerados obscenos em algumas culturas, o beijo se firmou através dos séculos como um símbolo da devoção religiosa. Seria difícil imaginar um mundo sem beijos.”
Sobre a autora

Julie Enfield é jornalista e já teve seus textos publicados em diversos países do mundo. Especializada em temas ligados a sexualidade e comportamento, ela escreve para publicações como Flare e Chatelaine. A autora nasceu em Otawa, Canadá, e passou mais de uma década vivendo na Itália e trabalhando na indústria da moda, ao lado de Versace e Armani. Hoje ela divide seu tempo entre as cidades de Veneza e Toronto, onde atua como diretora de RP na Ports International e é professora de Jornalismo de Revista na Ryerson University.

A História Íntima do Beijo
Lançamento: Matrix Editora
244 páginas
Preço: R$ 29,90

Alexandre Nero e a Maquinaíma no Estrela da Lapa

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O verdureiro Vanderlei, da novela A Favorita,  mostra seu lado musical no palco do Estrela da Lapa. Em sua encarnação de músico, o ator Alexandre Nero apresenta aos cariocas sua banda, Maquinaíma.

Maquinaíma é uma alusão à literatura e uma brincadeira com o anti-herói brasileiro, Macunaíma, personagem de Mário de Andrade. O trocadilho, entretanto, remete ainda às novas tecnologias e à máquina, no caso o computador, presente cada vez mais em sua música e na arte em geral. Alexandre Nero conta que este segundo álbum, produzido por Paulo Brandão, foi idealizado muito antes de ser executado. O CD conquistou quatro troféus do Prêmio Saul Trumpet, em 2001: melhor CD pop do Paraná, melhor cantor; melhor letrista e melhor encarte de CD.

O repertório do show inclui músicas inéditas dos CDs da banda como Samba Makossa, Corpo de Lama, Encharque, entre outras, mescladas a outras canções conhecidas pelo público (sempre com novas leituras) de compositores antigos e atuais, como Dorival Caymmi, Jorge Ben Jor, Chico Science, Ataulfo Alves, Arnaldo Antunes entre outros.

Alexandre Nero (voz, violão, cavaquinho e viola caipira), Gilson Fukushima (guitarra), Juninho Congo (baixo), Val Ofílio (bateria e percussão) e Coelho (Percussão).

Serviço:
Show:  Alexandre Nero
Data: 27 de novembro (quinta)
Horário: 22h30
Preço: R$ 20,00 (estudantes e idosos pagam meia)
Informações Estrela da Lapa:
End: Av. Mem de Sá, 69 – Lapa – RJ
Abertura da casa: 21h
Reservas e informações: (21) 2507-6686
Capacidade: 400 pessoas
Censura: 18 anos
Formas de pagamento: Dinheiro (para entrada)
Cartões master e visa (débito e crédito) e dinheiro (pagamento de conta)
Ar-condicionado central
Mais informações em: www.estreladalapa.com.br

Faroeste, Comédia, Drama e Documentário na Odisséia de Cinema

Fechando temporada 2008, a Odisséia de Cinema traz diversidade de gêneros na edição dessa sexta-feira, dia 28/11

Nessa sexta-feira, dia 28 de novembro, acontece mais uma edição da Odisséia de Cinema, no Espaço Unibanco, em parceria com a Rain Cinema Digital e com o site MovieMobz.

A edição que fecha a temporada 2008 da Odisséia de Cinema traz, na sala 1, o documentário Café dos Maestros, de Miguel Kohan, um retrato da presença do Tango na sociedade Argentina, e o drama Quando Você Viu Seu pai Pela Última Vez?, de Anand Tucker, sobre o relacionamento entre um filho e um pai vítima de uma doença terminal.

Na sala 2 passam o faroeste Apaloosa – Uma Cidade Sem Lei, de Ed Harris, com Viggo Mortensen e Ed Harris no elenco, e a comédia espanhola Eu Sou a Juani, dirigida por Bigas Luna.

Em ambas as salas, às 2h10, acontece a exibição do filme-surpresa, escolhido por meio de votação no movieclube Odisséia de Cinema, do site http://www.moviemobz.com.

O evento termina na manhã de sábado, com café da manhã, e os intervalos entre todas as sessões são embalados por Dj, no foyer do cinema.

O ingresso custa R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia) e a classificação indicativa do evento é 18 anos. Ao comprar o ingresso o espectador pode optar pela programação de uma das duas salas.

Serviço
Odisséia de Cinema
Dia 28 de novembro, a partir das 23h
Local: Espaço Unibanco de Cinema – Rua Augusta, 1475 – Cerqueira César
Telefone: 11 3288-6780
Ingressos: R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia)
Classificação: 18 anos
Realização: Rain e Espaço Unibanco de Cinema
Patrocínio: Oi

Yeah, right! de Spike Jonze de graça, seguido de mesa redonda

Com programação diversificada e gratuita, o Paço das Artes lança neste sábado, 29 de novembro, o livro da exposição “I/Legítimo: Dentro e Fora do Circuito – Núcleo Zonas de Ação”, que segue em cartaz na instituição até dia 30 de novembro (*). A partir das 18 horas, acontece uma mesa redonda aberta ao público, sobre os processos de legitimação e exclusão no campo da arte contemporânea. Participam os curadores da mostra, Fernando Oliva e Priscila Arantes, além da crítica de arte e curadora Luisa Duarte e do artista Daniel Lima. Já às 20 horas, será exibido no vão livre do Subsolo do Paço das Artes o filme “Yeah Right!”, dirigido pelo cineasta Spike Jonze.

Serviço
Mesa redonda “I/Legítimo: Dentro e Fora do Circuito” e exibição do filme “Yeah Right!” de Spike Jonze
Local: Paço das Artes
Data: 29 de novembro (sábado)
Horário: 18:00 (mesa redonda) e 20:00 (filme)
Entrada: gratuita
Capacidade: espaço aberto
(*) O Museu da Imagem e do Som exibe, como parte do projeto “I/Legítimo: Dentro e Fora do Circuito”, o núcleo “Espaço em Movimento”, até o dia 11 de janeiro de 2009.
PAÇO DAS ARTES
End.: Av. da Universidade, nº 1. Cidade Universitária.
Telefone para informações: (11) 3814-4832
Site: http://www.pacodasartes.org.br/

Vazio Off Bienal

Em menos de um mês, exposição sem espaço físico reúne 140 obras de 70 artistas

Artistas de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Ribeirão Preto, Piracicaba, Joinville, Ilhéus, Salvador, Belo Horizonte, Antonina, Juiz de Fora, Natal, Tiradentes, Petrópolis, Florianópolis, Brasília, Porto Alegre, Campinas, Macaé, Santa Maria, Goiânia e da cidade norte-americana Arlington estão reunidos em torno da VAZIO Off Bienal, que tem como proposta refletir visualmente sobre o VAZIO exposto na Bienal de São Paulo.

Com a proposta de “construir seu próprio vazio” (ou baixar pela internet um “modelo de vazio” sugerido para a exposição), tirar uma foto com este vazio e enviar esta imagem para publicação em um site”, a VAZIO Off Bienal, ação independente criada pelo artista visual Tom Lisboa, atinge, em quatro semanas, a marca de 140 obras que foram enviadas por 70 artistas, provenientes de vários estados brasileiros.

Diferente das ações que buscam preencher com grafites e stickers o que foi “esvaziado” pela curadoria da Bienal, a VAZIO Off Bienal propõe a multiplicação de “espaços vazios” e, ao mesmo tempo, intensificar e problematizar a discussão sobre visibilidade. “O que importa é que o espaço não-expositivo da Bienal deixou aberta uma lacuna para o público, a crítica e os artistas projetarem seus conceitos sobre aquilo que era não-visto.”, afirma Lisboa.

A participação na VAZIO Off Bienal é livre, gratuita e os trabalhos fotográficos podem ser enviados, por email, até o dia 5 de dezembro. E como o objetivo é expandir o conceito do vazio, as fotos não precisam estar tematicamente relacionadas à Bienal de São Paulo. Afinal de contas, com diz o Lisboa: “O vazio é um tema pessoal e que desconhece fronteiras geográficas”.
VAZIO OFF BIENAL
Lançamento: 28 de outubro de 2008
Envio das fotos até 5 de dezembro (as fotos devem ter no máximo 15x21cm, em 72dpi e serem encaminhadas para o e-mail tomlisboa@terra.com.br)
Fotos e regulamento para participação no site: www.sinTOMnizado.com.br/vazio