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Sisudez e alegria, protesto e desbunde – cenas da formação da dança

Dentro do eixo curatorial Correntes Alternadas 68-2008, o Núcleo de Curadoria de Dança do CCSP preparou uma exposição com 49 fotografias e 14 vídeos que fazem parte do Acervo de Dança do Arquivo Multimeios do Centro Cultural São Paulo.

exibição de vídeos: das 14h às 21h
seta informações Terça a domingo, das 10h às 22h – Foyer e Passagens do CCSP
Aviso: no dia 26/10 (domingo), devido às eleições, a exposição estará fechada.

“Entre a Fé e a Febre: Retratos”, de Guy Veloso, agora em Sergipe

Depois de expor na própria Fábrica das câmeras e lentes Leica na Alemanha e no Museu de Arte Contemporânea de Santiago-Chile, a exposição documental do paraense Guy Veloso segue sua itinerãncia pelo Brasil (que incluiu Salvador, Brasília, Belém, Porto Alegre e Goiânia), agora na Galeria J. Inácio, em Aracaju. A produção é da fotógrafa Fatinha Silva.

Nesta mostra, Guy Veloso investiga a busca frenética pelo sagrado em diversas manifestações religiosas no interior profundo do Brasil. O projeto da exposição individual “Entre a Fé e a Febre: Retratos”, iniciado em 1998 – e que durou 07 anos –, contou com extensa pesquisa, visitas sistemáticas aos locais investigados (ao todo 08 Estados do Norte, Nordeste e Centro-oeste) em datas específicas (festas, procissões, romarias), codificação das fotografias no tempo e espaço, além de tomada de depoimentos em vídeo (mais de 80 horas gravadas).

De formação acadêmica em Direito (1991), Guy é fotógrafo desde 1989. Seu trabalho já foi publicado em jornais e revistas nacionais e internacionais. Suas obras compõem os acervos da University of Essex Collection of Latin American Art, Colchester-Inglaterra; Centro Português de Fotografia, Porto-Portugal; Casa das 11 Janelas, Belém-PA; Coleção Joaquim Paiva de Fotografia Brasileira Contemporânea entre outros. Guy Veloso é o fotógrafo representante do Brasil em uma série de exposições nos 7 países do Mercado Comum do Cone Sul organizada pela “Red Cultural del Mercosur”. Em 2000 e 2006 foi premiado no Salão Arte Pará, promovido pela Fundação Rômulo Maiorana

Em 2005 integra o livro “Fotografia no Brasil, Um olhar das Origens ao Contemporâneo”, de Angela Magalhães e Nadja Peregrino. Estas mesmas pesquisadoras ditaram: “As imagens de Guy Veloso surgem permeadas por um grafismo e uma luminosidade laboriosamente trabalhada em preto e branco, evidenciando um apuro técnico e a paixão permanente do autor pela linguagem fotográfica”.

Segundo o fotógrafo e pesquisador Orlando Maneschy, “Suas fotos nos conduzem por um país estranho, fascinante e sensual”. Já Michel Pinho, fotógrafo e historiador, ressalta “o cuidado na contextualização tanto histórica, através dos textos que acompanham as imagens, como etnográfica, com a conservação e catalogação do material religioso que o autor recebeu de presente de algumas pessoas que fotografou (amuletos, cartas, imagens rústicas de santos, ex-votos, capuzes, chicotes e mortalhas de penitentes etc.) durante as viagens ou depois delas, formando uma verdadeira coleção de ícones da religiosidade rural popular brasileira”. “Trata-se de um registro de valor para as futuras gerações”, conclui.

Saiba mais do trabalho de Guy Veloso em www.fotografiadocumental.com.br 

SERVIÇO:

De 26 de fevereiro a 24 de março de 2008

Endereço: Prolongamento da Rua Dr. Leonardo Leite, s/n, Aracaju-Sergipe
Prédio da Biblioteca Pública Epifânio Dória
Horário de Funcionamento: de segunda a sexta (das 8h às 22 h), sábados (das 8h às 12h)

Paço das Artes exibe visões estrangeiras do país na mostra Brasil: desFocos (O Olho de Fora)

A partir do dia 22 de janeiro (terça-feira), o Paço das Artes exibe a exposição fotográfica Brasil: desFocos (O Olho de Fora), que reúne 77 obras de 28 artistas estrangeiros, compondo um mosaico livre de estereótipos e preconceitos com relação ao país. Além de contar com trabalhos de fotógrafos dos EUA, da Inglaterra, da Espanha, da Itália, da China, da Sérvia, do México, de Portugal, da Alemanha e da Argentina, a exposição traz entre os destaques, fotografias do fundador da Pop Art, Andy Warhol, do cantor escocês David Byrne e do artista multimídia Matthew Barney.

Com curadoria de Paulo Herkenhoff e Nessia Leonzini, Brasil: desFocos (O Olho de Fora) destaca as visões particulares de cada artista para detalhes geográficos, arquitetônicos, culturais, antropológicos, sociais e etnográficos do Brasil, registrados em momentos distintos nas últimas três décadas. Os curadores optaram por selecionar exclusivamente trabalhos de artistas estrangeiros para, desta forma, desestabilizar um foco nacionalista sobre o Brasil, como explica Paulo Herkenhoff: “A exposição reúne artistas que, vindos de outras partes do mundo, usaram o meio fotográfico para desenvolver obras que problematizam o Brasil ou introduziam o Brasil em questões transversais de sua produção”.

Através da lente dos 28 artistas, a exposição sugere reinvenções e criações do Brasil, segundo a curadora Nessia Leonzini: “O olhar do artista, em qualquer circunstância, procura aquilo que os outros não vêem, transcende a simples observação. Ele mergulha em um laboratório de idéias e estímulos visuais que é, neste caso, o Brasil”.

Exibida pela primeira vez no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, Brasil: desFocos (O Olho de Fora) será inaugurada para convidados no dia 21 de janeiro (segunda-feira) e ficará aberta para visitação do público no Paço das Artes de 22 de janeiro a 13 de abril. A entrada é gratuita.

As obras:
A exposição traz para São Paulo os retratos de Pelé feitos por Andy Warhol na década de 70, que serviram de modelo para a famosa tela da série de personalidades internacionais eternizados pelo pai da pop-art. Do universo pop, o músico escocês David Byrne se inspira no candomblé; e o norte-americano Matthew Barney registra destalhes do seu trio-elétrico “Da Lama Lâmina”, construído para o carnaval de Salvador em 2004.

A mostra conta ainda com uma homenagem ao centenário arquiteto Oscar Niemeyer, cujas construções em Brasília foram fotografadas pelos norte-americanos Robert Polidori, Todd Eberle, Kenny Scharf e pela italiana Luisa Lambri, com focos bastante distintos.

Pontos turísticos do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor, o Corcovado e o Jardim Botânico sevem de cenários para as experimentações de Sally Gall, Laurie Simmons, Laurie Anderson, Jack Pierson e do chinês Tseng Kwong Chi (morto em 1990), que passou pelo país para posar para sua série de auto-retratos trajando uniforme militar do exército maoísta e óculos escuros – assim como fez em Nova Iorque e Paris. A exposição resgata ainda a descoberta da sensualidade do verão carioca na década de 80 pelo fotógrafo de moda Bruce Weber, autor do livro “O Rio de Janeiro” (1986).

Já a dupla Andrea Robbins & Max Becher (EUA-Alemanha) retrata diversas sinagogas hassídicas idênticas, construídas em estilo gótico a partir de um modelo original nova-iorquino, presente em diversas cidades do globo – inclusive em São Paulo. Já a espanhola Lara Almarcegui produziu um “Guia dos Terrenos Baldios de São Paulo”, questionando a distribuição do espaço em uma das cidades mais habitadas do mundo.

Por sua vez, a alemã Candida Höfer fotografa espaços desabitados, como estantes repletas de livro do Real Gabinete de Português de Leitura (no Rio de Janeiro) e imagens de santos da igreja da Ordem Terceira Secular de São Francisco (em Salvador).

E o argentino Sergio Vega é responsável pela única instalação da mostra: “Tropicalonge”, um espaço em que animais e árvores como o tucano, o jacaré e a bananeira servem de modelo e estrutura para prédios.

Os curadores

Nessia Leonzini: Curadora das mostras “Andy Warhol’s Polaroids”, “Vik Muniz: Divas e Monstros”, “Circuito Fechado: Os filmes e Vídeos de Bruce Nauman”, “Os Novos Conceitualistas: Fotografia Brasileira Contemporânea”. Concebeu, ainda, as exposições “Keith Haring” e  a itinerante “Vida Animada: os desenhos de Roy Lichtenstein”.

Paulo Herkenhoff: foi curador da Bienal Internacional de São Paulo (1998), do departamento de Pintura e Escultura do MoMA de Nova Iorque (1999 a 2002), do MAM-RJ e diretor do Museu Nacional de Belas Artes. Trabalhou, ainda, no catálogo da retrospectiva de Louise Bourgeois.

SERVIÇO
Exposição fotográfica: “Brasil: desFocos (O Olho de Fora)”
Artistas: Adam Fuss (Inglaterra); Andy Warhol (EUA); Andrea Robbins & Max Becher (EUA-Alemanha); Anselm Kiefer (Alemanha); Bruce Weber (EUA); Candida Höfer (Alemanha); Christopher Williams (EUA); Clifford Ross (EUA); Damián Ortega (México); David Byrne (Escócia); Jack Pierson (EUA); Julião Sarmento (Portugal); Kenny Scharf (EUA); Lara Almarcegui (Espanha); Laurie Anderson (EUA); Laurie Simmons (EUA); Luisa Lambri (Itália); Marina Abramovic (Sérvia); Matthew Barney (EUA); Ralph Gibson (EUA); Robert Polidori (EUA); Sally Gall (EUA); Sergio Vega (Argentina); Sharon Lockhart (EUA); Steve Miller  (EUA); Todd Eberle (EUA) e Tseng Kwong Chi (China).

Abertura para convidados: 21 de janeiro (segunda-feira), às 19 horas (com visita mediada pelos curadores às 20 horas).
Abertura para o público: 22 de janeiro (terça-feira), às 11h30.
Datas e horários de visitação: terça a sexta, das 11h30 às 19h; sábados, domingos e feriados, das 12h30 às 17h30.
Agendamento para visitas monitoradas: (11) 3814-4832 (ramal 04)
Entrada gratuita/Ar condicionado

Paço das Artes
Endereço: Avenida da Universidade, nº 01. Cidade Universitária. São Paulo
Tel.: (11) 3814-4832
Site: http://www.pacodasartes.org.br/

SP recebe uma exposição ilustrada

Inaugurando a programação de 10 anos da galeria Gravura Brasileira a exposição “Ilustrada” vai mostrar ilustrações, livros de artista, xerox, animações em dvd, pinturas, serigrafias e uma instalação dos artistas Andrés Sandoval, Apo Fousek, Daniel Caballero e Fábio Zimbres. A mostra vai trazer para o espaço da galeria o universo da ilustração e das artes gráficas. Curadoria de Eduardo Besen.

Abertura: 15 de janeiro, terça-feira, 19h00 às 22h00.
Período de exposição: de 16 de janeiro a 16 de fevereiro de 2008.
Local: GRAVURA BRASILEIRA
Rua Fradique Coutinho, 953, Vila Madalena, ao lado da livraria da Vila
Fones: 3097.0301 e 3097.9193
Horários: segunda-feira a sexta-feira: 10/18hs e sábado: 11/14hs
mais imagens e informações:
www.cantogravura.com.br
http://www.andressandoval.com/
http://apofousek.zip.net
http://www.fzimbres.com.br/
www.carbona.art.br

MAC USP Ibirapuera confronta graffiti de brasileiros e italianos na mostra Street Art

Uma das linguagens visuais de maior impacto nos grandes centros urbanos da atualidade, a arte de rua ganha como suportes a tela e a madeira e  é tema  da exposição organizada a quatro mãos pelo curador brasileiro Fabio Magalhães e o italiano Vittorio Sgarbi.

De 17 de janeiro a 17 de fevereiro, o MAC USP Ibirapuera apresenta a mostra Street Art – do Graffiti à Pintura, composta por uma seleção de 60 trabalhos sobre tela ou madeira de 10 artistas grafiteiros italianos e 10 brasileiros. As obras são inéditas, e as brasileiras foram feitas especialmente para a exposição. A seleção das obras italianas ficou a cargo de Vittorio Sgarbi, atual Secretário da Cultura de Milão, enquanto que os trabalhos dos artistas nacionais foram escolhidos pelo curador Fabio Magalhães.

Sgarbi é pai do projeto Italian Street Art Meets the World, criado a partir do sucesso da exposição de graffiti italiano “Street-Art, Sweet-Art”, realizada em Milão no início deste ano. O projeto visa fortalecer o diálogo  e estabelecer o confronto entre os artistas grafiteiros da Itália com artistas que adotaram a mesma linguagem em outras partes do mundo. Para promover a iniciativa no Brasil, Vittorio Sgarbi convidou Fabio Magalhães para uma parceria brasiliana. Magalhães então mergulhou no universo da arte de rua, com a colaboração do artista grafiteiro e pichador Boleta, que o ajudou também na seleção dos trabalhos.

Entre os brasileiros que integram a mostra estão o próprio Boleta, César Profeta, Bugre, Highraff, Prozak, Ndrua, Smael, Tim Tchais, Yá! e Zezão. Os italianos são Cano, Kayone, Led, Leo, Filippo Minelli, Pho, Francesco Pogliaghi, Rae Martini, Verbo e Wany. Para a escolha, foi adotado o critério de diversidade dos meios expressivos (abstratos e figurativos).

As obras em exposição foram elaboradas sobre os suportes convencionais da pintura, a tela e a madeira, que, entre quatro paredes, fazem as vezes dos painéis espalhados pelos espaços públicos das grandes cidades, onde esses artistas costumam fazer suas intervenções.

Sobre os curadores

Fábio Magalhães é  museólogo, ex-curador-chefe do MASP (1989/1994) e ex- secretário-adjunto da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo (2005/2006). Magalhães exerceu diversos cargos, entre os quais diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo (1979/1982), Secretário da Cultura do Município de São Paulo (1983), presidente da Embrafilme (1988), presidente da Fundação Memorial da América Latina (1995/2003) e curador das 2ª e 3ª bienais de Artes Visuais do Mercosul, em Porto Alegre (1998/2001).

Vittorio Sgarbi,  crítico de arte e escritor, é o atual secretário da Cultura de Milão.

SERVIÇO:
Mostra: Street Art – do Graffiti à Pintura
Abertura: 17 de janeiro, quinta-feira, às 19 horas.
Público: de 17 de janeiro a 17 de fevereiro de 2008.
MAC USP Ibirapuera
Terça a domingo das 10 às 19 horas
Tel.:11. 5573-9932
Entrada franca
Pavilhão Ciccillo Matarazzo, 3º piso (Prédio da Bienal, entrada pela rampa lateral)
Parque Ibirapuera – Portão 3
Estacionamento no parque com zona azul

Galeria norte-americana faz festa em SP

Para encerrar o ano do Galleria, a Carmichael Gallery de Los Angeles, em parceria com a galeria nacional, apresenta Os Brasileiros, exposição com grafiteiros brasileiros pintando painéis ao vivo.

Os grafiteiros que vão se apresentar são Akeni, Alexandre Anjo, Alexandre Yassu, Andre Firmiano, Binho Barreto, Binho Ribeiro, Bruno Kurru, Ciro Schu, Dalata, Daniel Bileu, Dask Two, DOC, Does, Flavio Morais, Flavio Samelo, Flip, Graphis, Hyper, Jana Joana, Jey, Kaleb, Mateus Bailon, Milo, Pankill, Pato, Paulo Ito, Petite Poupee7, Prila, Rodrigo Villas, Sesper, Suzue, Tatiana Guid, Thais Beltrame, Thiago Syen, Tiago Fazito, Tikka, Vitché, Yá!, Zeila Trevisan.

Além da exposição, o Galleria apresenta seu cardápio orgânico e vegetariano de pizzas, vinhos, cervejas e sucos.

Os Brasileiros
22 de dezembro de 2008 às 21 horas
Entrada Grátis
Galleria Pizzeria – Rua Capital Federal, 440 – SP
(11) 2158 0348
Capacidade: 200 pessoas

O olhar seletivo de Ricard Akagawa na Raquel Arnaud

A partir de uma seleção feita por Ricard Akagawa, o Gabinete de Arte Raquel Arnaud apresenta a partir do dia 14 de dezembro de 2007, às 20 horas, a exposição “OLHAR SELETIVO”.

Sobre a exposição, diz Raquel Arnaud: “A seleção de obras dessa mostra coletiva foi feita por meio de um olhar seletivo e experiente de Ricard Akagawa. É uma nova experiência do Gabinete, que tem, dessa forma, algumas respostas do nosso público. Ricard é um amante das artes e acompanha a trajetória da arte contemporânea. Ele esteve presente em praticamente todos os momentos importantes – na abertura de mostras, em palestras e em simpósios – não só do nosso Gabinete, como também de várias exposições na cidade e no mundo. Com tantos anos de dedicação à arte, acabou se tornando amigo de vários artistas, como Sergio Camargo, Mira Schendel, Carlos Cruz-Diez e Arthur Luiz Piza. Mais do que tudo, Ricard é um amigo da arte e dos que fazem arte”.

Ricard Akagawa, além de apreciador das artes, é empresário e escolheu obras do acervo da galeria para preparar essa coletiva que põe luz em obras de Waltercio Caldas, Arthur Luiz Piza, José Resende, Frida Baranek, entre outros.

A inauguração para convidados será dia 13 de dezembro às 20h, e a abertura para o público, dia 14 de dezembro ás 10h.

Gabinete de Arte Raquel Arnaud
Rua Artur Azevedo, 401
CEP 05404-010
São Paulo – SP
Fone: 11 3083 6322
www.raquelarnaud.com
Abertura para o público dia 14/12, às 10h.
Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábado, das 12h às 16h.

Nova Aranha no MAM

A artista plástica Débora Muszkat apresenta sua mais recente obra, uma aranha gigante feita a partir de embalagens comerciais de vidro descartadas, nesta quinta-feira, dia 6 de Dezembro, nos jardins do Museu de Arte Moderna de São Paulo.

Com 4m de largura e 1,5m de altura a obra, que cria um contraponto com a obra do acervo do museu, a aranha de Louise de Bourgeouis, irá recepcionar e inspirar o público que participará das oficinas gratuitas de criação artística a partir de lixo reciclável.

O projeto ‘Recriando o Vidro no MAM’ é promovido pelo Setor Educativo do MAM, numa Programação complementar a exposição Panorama da Arte Brasileira. Ele surgiu da busca de uma solução para o problema do lixo ambiental gerado pela industrias que utilizam a embalagem de vidro para os seus produtos.

Para saber mais sobre a Recriando o Vidro, clique aqui

Curitiba recebe a exposição Arquivo do Rock Brasileiro

A Agência EmSuma, em parceria com a Cyclorama Comunicação Cultural, traz a Curitiba pela primeira vez a exposição Arquivo do Rock Brasileiro. Criado e mantido pela Associação Cultural Dynamite, com patrocínio da Petrobras, através da Lei de Incentivo à Cultura (Ministério da Cultura e Governo Federal), o Arquivo do Rock Brasileiro tem como finalidade o resgate e a reunião de gravações musicais, depoimentos, revistas, livros, fotos, objetos, artefatos em geral, relacionados ao universo do rock produzido no Brasil.

A primeira fase do projeto engloba desde os primórdios nos anos 50, passando pelo estouro da Jovem Guarda e da Tropicália nos anos 60, até a maturidade já nos anos 70. Instalado no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, a partir de julho de 2007 o ARB inclui ainda shows, exposições itinerantes pelas principais cidades do país, publicação de livros, CDs e DVDs e outros eventos paralelos.

Nesta sexta-feira (7), a Fnac Curitiba promove um batepapo com o jornalista e pesquisador Ayrton Mugnaini Jr., que contará um pouco sobre a curadoria que envolveu milhares de gravações, centenas de revistas e livros e inúmeros depoimentos.

Já o Porão Rock Club recebe a exposição no sábado (8), com apresentações das bandas Charme Chulo e Poléxia, e abre as portas para os rockeiros curitibanos também no domingo (9), a partir do meio-dia.

Esta é a última exposição do Arquivo do Rock Brasileiro do ano. Para mais informações acesse: www.arquivodorock.com.br

Expofoto reúne mais de 180 imagens de nomes da música brasileira

O “Álbum” de Leo Aversa em exibição no Oi Futuro

Perto de completar 20 anos de profissão, o fotógrafo Leonardo Aversa apresenta, a partir de 11 de dezembro, a expofoto “Álbum”, reunido a projeção de 185 imagens sobre a musica brasileira, registradas ao longo de sua carreira.

Nascido em Buenos Aires, começou a fotografar em 1988, publicando suas fotos nos principais jornais e revistas do país.  “Essa mostra é resultado de um trabalho de quase 20 anos na área de cultura, tanto para gravadoras como para jornais e revistas. Reuni ao longo desse tempo um arquivo de imagens da música brasileira, com retratos de músicos de diferentes estilos, de Nelson Sargento a Marcelo D2”, explica Leo.

Entre os planos do fotógrafo está a publicação de um livro, reunindo todo o acervo de grandes nomes da música registrados pelas suas lentes nesse quase 20 anos. “As imagens/fotografias da música brasileira também precisam ser preservadas para o futuro”, afirma. A mostra reúne registros de nomes como Alceu Valença, Antonio Carlos & Jocafi, Aldir Blanc, Antonio Nóbrega, Braguinha, Clube da Esquina, Dorival Caymmi, Fausto Fawcett, entre outros.

Com curadoria de Pedro Agilson, a expofoto “Álbum” também poderá ser vista, a partir do dia 11, na Galeria Virtual no site do Oi Futuro, no endereço: http://www.oifuturo.org.br

Sobre Leo Aversa
Nasceu  em Buenos Aires, em 1968
Começou a fotografar em 1988, tendo, desde então, publicado suas fotos  nos principais jornais e revistas do país.
Em 2000, foi escolhido pela World Press/Van Melle para representar o Brasil no projeto-Livro “Candy in the World”. No ano seguinte, participou do livro “Rio Zona Norte” e “Orquestras Sinfônicas”, com um ensaio fotográfico sobre a Orquestra Sinfônica Brasileira.
Em 2002, venceu o Prêmio Amazonas de Jornalismo Cultural e participou o projeto-livro “A Imagem do Som/Tom Jobim” e, em 2004, recebeu o prêmio “Jornalismo para a tolerância”, da Federação Internacional de Jornalistas (FIP).
Atualmente é o responsável pela fotografia de cultura do jornal O Globo

Mostras Individuais
– “Acústico”, Espaço Cultural dos Correios, 1997.
– “Imprimindo a Fama”, Galeria Bookmakers, 1992.
– “Fotojornalismo”, Biblioteca do Estado do Rio de Janeiro, 1989.

Mostras Coletivas
– “Noturnos”, Casa do Saber, 2007
– “A Grande Diáspora”, Centro Cultural Oduvaldo Vianna Filho – Castelinho – 2004.
– “Fotógrafos Brasileiros”, CCBB, Centro Cultural do Banco do Brasil – 2004.
– “A Imagem do Som / Tom Jobim”, Paço Imperial – 2002.
– “Ensaios de um Brasil”, CCBB, Centro Cultural Banco do Brasil – 2001.

Serviço
“Álbum” – Leonardo Aversa
Curadoria: Pedro Agilson
Projeção de fotos
De 11 de dezembro a 3 de fevereiro de 2008
Oi Futuro – Rua Dois de Dezembro 63 – Flamengo – Nível 8
Tel.: 3131-3060
De terça a domingo, de 11h às 20h
Entrada franca/Classificação etária: Livre